quarta-feira, outubro 31

Bem-aventurados os mansos.





Quem são os mansos? Os que não ofendem ninguém? Os que não gostam de briga? Os que falam baixinho? Jesus disse: "Tomai sobre vos o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração...” (Mateus 11. 29). 


De que maneira exemplificou Jesus a sua mansidão? Alguém disse que mansidão é humildade em ação. Certamente, o nosso Mestre agia humildemente. Esperou até completar trinta anos de idade para proclamar-se o Messias prometido. Tendo poder para escapar as injurias e perseguições dos homens, preferiu deixar ser crucificado entre os criminosos. E, sobre Ele o apóstolo Paulo escreveu: "subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus, mas esvaziou-se a Si mesmo, tomando a forma de servo" (Filipenses 2. 6 e 7).

A Bíblia fala que Moisés era um varão muito manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra (Números 12. 3). No entanto, a historia revela que Moisés era um homem de forte temperamento. Ele teve que aprender que Deus o capacitaria para todas as suas lutas. E conseguiu ser um grande libertador do povo de Israel. A sua mansidão não era passiva, mas bem atuante.

Jesus prometeu que os mansos herdarão a terra. É uma conquista, não por armas de guerra mas pelas armas poderosas do Espírito.
Os mansos são submissos à vontade de Deus, reconhecem a sua dependência de Dela. Não são arrogantes, mas confiantes no poder divino para o viver diário. Quem consegue dominar o seu próprio espírito tem capacidade para melhorar o mundo ao seu redor. Nada o perturba.

O apóstolo Pedro escreveu: "Um espírito manso e tranquilo... e precioso diante de Deus" (1 Pedro 3. 4). E, ao escrever ao jovem pastor Timóteo, Paulo advertiu-o que o servo do Senhor deve corrigir com mansidão os que resistem (2 Timóteo 2. 25).

É mister portanto, que sigamos o caminho da mansidão, à semelhança do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

DEUS VOS ABENÇOE.

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