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sexta-feira, janeiro 6

EBD 1º TRIMESTRE LIÇÃO 2: O PROPÓSITO DO FRUTO DO ESPÍRITO





Leitura Bíblica: Mt. 7.13-20 – Texto Áureo: Mt. 3.8


 Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD



INTRODUÇÃO
O fruto do Espírito é composto por várias virtudes, que na totalidade comandam as ações daquele que creem e seguem a Cristo. Na aula de hoje estudaremos a respeito do propósito desse fruto, ressaltando que seu objetivo precípuo é levar o crente à santidade. Inicialmente faremos a distinção entre caráter e reputação, em seguida, destacaremos, o propósito do fruto. Ao final, refletiremos sobre as mudanças na vida do crente que são resultantes da produção do fruto do Espírito.

1. DEFERENÇA ENTRE CARÁTER E REPUTAÇÃO
O caráter, de acordo com alguns psicólogos, é uma qualidade inerente ao indivíduo, resultante tanto dos aspectos naturais quanto culturais. A constituição do caráter pessoal depende de uma gama de fatores, alguns deles são determinantes para a tomada de decisões. As pessoas herdam dos seus pais o temperamento, as informações que são repassadas através da cadeia genética. Ao mesmo tempo, a convivência com outras pessoas, principalmente àquelas mais próximas, influenciam suas ações. No contexto da modernidade, os meios de comunicação podem formatar os posicionamentos dos indivíduos, a fim de que esses tomem suas decisões, com base nos interesses de outros. Nesse contexto, assumimos que o caráter de um indivíduo é formado ao longo do tempo, de modo que esse passa a ser constitutivo, mantendo tanto a unidade quanto a diversidade. É importante ressaltar, a esse respeito, que os indivíduos mantém certa unidade, a partir da qual é possível, nas devidas proporções, assumir como caráter. Esses se revelam nos princípios que as pessoas assumem, especialmente no tocante aos valores que defendem, sejam eles sociais, políticos ou religiosos. A reputação, por sua vez, é uma expressão do caráter, que se manifesta no contato com os outros. Essa tem muito mais a ver com as maneiras como as pessoas se revelam na sociedade, principalmente no intuito de serem aceitas. Há pessoas que se preocupam demasiadamente com a reputação, por causa disso têm dificuldade de desenvolver o caráter. Na verdade, algumas pessoas vivem em função da sua imagem, preocupadas com o que os outros irão pensar a respeito delas, isso se torna um problema quando os comportamentos são determinados pelas opiniões dos outros, e não pelos princípios assumidos, sobretudos para os cristãos que professam a Palavra de Deus.

2. O CARATER CRISTÃO E O FRUTO DO ESPÍRITO
O objetivo fundamental do Espírito Santo é produzir no crente o caráter de Cristo. Para isso, Ele trabalha em nós, e conosco, com vistas ao desenvolvimento de uma espiritualidade genuína, que resulte em santidade autêntica. Jesus ressaltou que sem Ele nada poderíamos fazer, isso porque Ele é a Videira Verdadeira, Aquele que produz frutos em nós (Jo. 14.17). A formação desse fruto para o desenvolvimento do caráter cristão depende dessa condição de dependência de Deus. O Espírito produz seu fruto naqueles que se rendem aos pés de Cristo, e a Ele se submetem pela Sua palavra (Jo. 15.3). Esses se tornam novas criaturas, as coisas velhas ficaram para trás, tudo se fez novo (II Co. 5.17), pois se dobram à vontade de Deus, que é agradável, boa e perfeita (Rm. 12.1,2). Esse nível de maturidade espiritual é alcançado com, no e pelo Espírito Santo, é Ele quem produz em nós, o desejo de agradar a Deus (Fp. 2.13). Quando estamos em Cristo, as amarras do pecado perdem suas forças, ainda que permaneçam incrustadas na natureza humana. O velho homem é colocado debaixo do comando espiritual do novo homem, que foi revestido de Deus para fazer o que é de cima (Cl. 3.1). Esse processo é iniciado no novo nascimento (Jo. 3.3), e segue-se ao longo da vida cristã, durante o processo da santificação, até ser consumado na glorificação, quando o que é corruptível será revestido da incorruptibilidade, e a morte será tragada na vitória (I Co. 15.54,55). O caráter do cristão está em formação continua, e quanto mais caminha no Espírito, mais se parece com Cristo, e como Paulo, pode declarar: “não vivo eu, Cristo vive em mim” (Gl. 2.20).

3. O FRUTO DO ESPÍRITO E A SANTIFICAÇÃO
O propósito do fruto do Espírito é conduzir o cristão à santificação, ou seja, fazer com que cumpramos os desígnios de Deus em nossas vidas. Essa tarefa não é uma imposição humana, muito menos religiosa, trata-se de uma revolução espiritual. A esse respeito muito bem declarou Agostinho: “ame a Deus e faça o quem bem quiser”. Evidentemente, quanto mais agradamos a Deus, e desejamos fazer sua vontade, menos nos tornamos suscetível ao poder do pecado. Aqueles que estão andando no Espírito não ficam satisfeitos em fazer as obras da carne, por isso João afirma que os nascidos de Deus não vivem mais em pecado (I Jo. 3.19). A vontade do crente passa a ser comandada (não controlada) pela inclinação do Espírito, de tal modo que não mais depende de leis humanas (e religiosas). Isso não quer dizer que o crente perde a capacidade de decidir, muito menos a capacidade para discernir o certo e o errado. A natureza pecaminosa continua dentro dele, caso deixe de vigiar essa poderá tomar as rédeas das suas vontades. Para que isso não venha a acontecer, faz-se necessário que o crente cultive o Fruto, desenvolvendo algumas disciplinas espirituais (que não são meras regras humanas). Essas disciplinas espirituais é o exercício da piedade (I Tm. 4.7,8), que favorecem o desenvolvimento de uma santificação autêntica, que não se trata de imposições legalistas, mas de uma mudança que parte do interior. As disciplinas que cultivam o fruto do Espírito são, entre outras, a vida em comunhão, a prática do jejum e oração, e a meditação nas Escrituras. Como se faz com uma árvore, também é preciso se distanciar de práticas que nos afastam de Deus, as ervas daninhas que afetam o crescimento cristão (Mt. 13.7,22).

CONCLUSÃO
O propósito do Fruto do Espírito na vida do cristão é a produção de um caráter que se assemelhe as atitudes de Cristo. Se quisermos andar no Espírito, devemos estar atentos ao modo como Jesus viveu, bem como ao que ensinou. Somente seremos capazes de ser semelhante a Ele se cultivarmos o fruto, de maneira que o Espírito trabalhe em nós, e conosco, para agradar a Deus. E essa e a vontade de Deus, não apenas para satisfazê-LO, mas também porque é o MELHOR para nós mesmos.

BIBLIOGRAFIA
BARKLAY, W. As obras da carne e o fruto do Espírito. São Paulo: Vida Nova, 1988.
OLIVEIRA, A. G. O fruto do Espírito. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

sexta-feira, dezembro 30

EBD 1º TRIMESTRE LIÇÃO 1: AS OBRAS DA CARNE E O FRUTO DO ESPÍRITO


Texto Áureo: Gl. 5.16 – Leitura Bíblica: Gl. 5.16-26



Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD


INTRODUÇÃO
Neste trimestre estudaremos a respeito das obras da carne e o fruto do Espírito. Como cristãos, devemos andar no Espírito, e não satisfazer as obras da carne. Na aula de hoje, contextualizaremos essa passagem bíblica, destacando que foi escrita para os crentes da Galácia, a fim de que esses trilhassem o caminho da verdadeira santidade. A princípio, enfatizaremos o objetivo da escrita dessa Epístola por Paulo, em seguida, sua defesa contra as obras da carne, e a favor do fruto do Espírito.

1. AOS CRENTES DA GALÁCIA
A Epístola aos Gálatas foi escrita por Paulo, aproximadamente no ano 49 d.C., em Antioquia, antes do Concílio de Jerusalém, no ano 50. d. C. O objetivo central dessa é refutar os judaizantes, que ensinavam os crentes gentios a obedecerem a lei judaica, a fim de obterem a salvação. O Apóstolo destaca que os crentes foram libertos por Cristo, por isso, deveriam permanecer firmes nessa liberdade, e não deviam se colocar debaixo do jugo da servidão (Gl. 5.1). A controvérsia judaizante precisava ser refutada, considerando que o retorno ao legalismo judaico poderia comprometer os princípios do evangelho. Paulo é enfático, caso os crentes substituíssem o evangelho por normas legalistas, estariam retornando a rudimentos antigos. Por isso chama a atenção deles: “maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho” (Gl. 1.6). E acrescenta: “ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema” (Gl. 1.8). Como alternativa a um padrão de vida anomistas (sem considerar normas) ou legalista (com normas humanas), o Apóstolo aponta como alternativa a vida no Espírito. Ele explica: “vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis, então, da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pela caridade” (Gl. 5.13). Isso acontece porque há um antagonismo dentro de cada pessoa, pois “a carne cobiça contra o Espírito, o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis” (Gl. 5.17). Segundo Paulo, andar em Espírito, e não cumprir os desejos desenfreados da carne, é a alternativa revolucionária. Isso porque, diz ele, “se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei” (Gl. 5.18).

2. CONTRA AS OBRAS DA CARNE
Antes de destacar as obras da carne, faz-se necessário explicitar biblicamente, com base no texto original em grego, o significado do termo “carne”. A palavra sarx é utilizada com bastante diversidade no Novo Testamento, pode significar, por exemplo, a parte material, que envolve ossos e carne, como a expressão “espinho na carne”, em II Co. 12.7. Nesse sentido, está relacionada ao corpo de alguém, em Ef. 5.29, Paulo diz que o esposo deve cuidar da esposa, como da sua própria carne. Nesse contexto, o sentido do termo não é negativo, considerando que o próprio Deus se fez carne (Jo. 1.14). Mas é preciso considerar que existe um uso negativo dessa palavra no Novo Testamento. Na teologia paulina, a sarx pode também se referir à natureza humana caída, que se pauta pelos interesses deste mundo (I Co. 1.26), por isso há uma oposição direta entre a vida no Espírito, e aquela fundamentada na carne (Rm. 8.4). As obras da carne são elecandas por Paulo em Gl. 5.17, pois essa se opõe ao que é espiritual, tornando seus adeptos escravos do pecado. Jesus destacou que aqueles que pecam se tornam servos do pecado (Jo. 8.34). Por isso, se o Filho, que é o próprio Cristo, nos libertar, verdadeiramente seremos livres (Jo. 8.36). E essa liberdade acontece por meio de uma vida comandada pelo Espírito, não se trata de mera religiosidade. Conta-se a história de uma senhora que tinha um cãozinho, que costumava morder a vizinhança. Deram-lhe a ideia de fazer uma focinheira, para que o animal não mais causasse problemas. De fato, ele deixou de correr morder os vizinhos, mas não perdeu o hábito de correr atrás. Assim acontece com aqueles que andam na carne, cada vez mais se tornam dependentes dos seus desejos desenfreados. A religiosidade humana é incapaz de fazê-lo, a mudança de comportamento se dá através da produção do fruto do Espírito.

3. A FAVOR DO FRUTO DO ESPÍRITO
A palavra espirito – pneuma em grego – também apresenta vários significados, dependendo do contexto. Pode significar vento, sopro, bem como espírito e Espírito, podendo se referir a um fenômeno da natureza, ao espírito que está no homem, criado por Deus, ou ao próprio Espírito Santo, que é Deus. Em Gl. 5.22 Paulo introduz o fruto do Espírito – ho de karpos tou pneumatos - não é no plural, como se costuma afirmar equivocadamente: “os frutos do espírito”. Trata-se de um fruto, e dos seus vários gomos, ou para ser mais específico, suas várias virtudes. As obras da carne são: adultério (moikeia), fornicação (porneia), impureza (akatarsia), lascívia (aselgeia), idolatria (eidolatreia), feitiçaria (farmakeia), hostilidade (okthra), contenda (eris), ciúme (zelos), ira (thumos), intriga (eritheia), desunião (dikostasia), sectarismo (haireses), inveja (phthonos), homicídios (phonos), intoxicação (methe), orgias (komos), e “coisas semelhantes a essas” (Gl. 5.21). Mas o fruto do Espírito é: amor-sacrificial (ágape), alegria divina (chara), paz interior (eirene), paciência nas tribulações (makrothumia), gentileza (chrestotes), bondade (agathosine), fidelidade (pistis), humildade (praotes), autocontrole (agkrateia), “contra essas coisas não há lei” (Gl. 5.23). Quando o Espírito produz em nós o Seu fruto, somos conduzidos à santidade, sem que isso se torne um fardo. Certo jovem questionou seu pastor que estava lutando contra forças antagônicas dentro dele mesmo. E estava com receio de que viesse a perder essa luta, e gostaria de saber o que fazer. De pronto, o orientou para que alimentasse o espírito, pois na luta entre esse e a carne, venceria aquele que estivesse mais preparado. Andar no Espírito é uma disposição espiritual, diz respeito à condição de se colocar debaixo da direção de Deus.

CONCLUSÃO
Aqueles que estão na carne, destaca Paulo na Epístola aos Romanos, não podem agradar a Deus (Rm. 8.7,8). Portanto, como seguidores de Cristo, somos chamados a desenvolver o caráter dEle, e isso somente é possível quando deixamos que o Espírito Santo produza Seu fruto em nós. Essa tarefa é continua, e não acontece repentinamente, tem a ver com disciplina espiritual – piedade (eusebeia) – investimento em um relacionamento duradouro com Deus, através da oração e meditação na Sua Palavra.

BIBLIOGRAFIA
BARKLAY, W. As obras da carne e o fruto do Espírito. São Paulo: Vida Nova, 1988.
OLIVEIRA, F. H. T. de. As obras da carne e o fruto do Espírito. São Paulo: Reflexão, 2016. 

domingo, dezembro 25

Mudança de obreiros na IADESM

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PR: PRESIDENTE JOÃO DE DEUS BAREETO


Todos os anos, no mês de Dezembro, é anunciada em nossa Igreja as mudanças dentro do nosso Ministério,Grande é a seara e poucos são os trabalhadores. Continuemos orando para que Deus ajude a liderança da nossa Igreja, na pessoa do nosso Pastor João de Deus Barreto, e a obra a cada dia avance, seja aqui na nossa cidade ou no estado como também em terras distantes.




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MUDANÇAS OCORRIDAS PARA O  ANO DE 2017




DE:                                                PARA:                                      OBREIRO:

ASSUMINDO
TEMPLO SEDE
PB: EDIMILSON REINALDO
CONGREGAÇÃO BR 2
VILA SÃO PAULO
AUX: MIGUEL SOARES
VILA MINAS GERAIS
VILA SERGIPE
MICAEL
VILA PLANALTO
VILA ALAGOAS
AIRTON MORAIS
ASSUMINDO
VILA PERNANBUCO
ANTONIO WELINGTON
VILA ALAGOAS
VILA MINAS GERAIS
RAIMUNDO PAQUETE
VILA SERGIPE
VILA PARAIBA
MARCELO AZEVEDO
ASSUMINDO
VILA RIO G. DO SUL
AUX: BENEDITO
VILA AMAZONAS
VILA TOCANTINS
AUX: ASSIS BENIGNO
VILA PERNANBUCO
VILA PLANALTO
RAIMUNDO
ASSUMINDO
VILA AMAZONAS
PB: ANTONIO MOURA
ASSUMINDO
BRASILIA 2
AUX: JONI MARIO

ATENCÃO PARA AS DATAS DAS POSSES:

DIA:                                            CONGREGAÇÃO:                               OBREIRO:

02/JANEIRO/2017                      VILA SÃO PAULO                              AUX: MIGUEL SOARES
03/JANEIRO/2017                      VILA PARAIBA                                   MARCELO AZEVEDO
04/JANEIRO/2017                      VILA SERGIPE                                    MICAEL
05/JANEIRO/2017                      VILA AMAZONAS                             PB: ANTONIO MOURA
07/JANEIRO/2017                      CONGREGAÇÃO BR 2                      AUX: JONI MARIO
09/JANEIRO/2017                      VILA MINAS GERAIS                        RAIMUNDO PAQUETE
10/JANEIRO/2017                      VILA ALAGOAS                                AIRTON MORAIS
11/JANEIRO/2017                      VILA PERNANBUCO                        ANTONIO WELINGTON
12/JANEIRO/2017                      VILA PLANALTO                              PB: RAIMUNDO
14/JANEIRO/2017                      VILA TOCANTINS                            AUX: ASSIS BENIGNO
16/JANEIRO/2017                      VILA RIO G. DO SUL                       AUX: BENEDITO
FICARAM ASSIM AS CONGREGAÇÕES DA IADESM

SETOR 1

               CONGREGAÇÃO:                                                 DIRIGENTE:
VILA PARANA
PB: JOSE VALDSON
VILA RIO GRANDE DO SUL
AUX: BENEDITO
VILA SANTA CATARINA
AUX: BOSCO
VILA SÃO PAULO
AUX: MIGUEL
VILA GUANABARA
PB: EDU

SETOR 2

                 CONGREGAÇÃO:                                                DIRIGENTE:
VILA GOIAS
AUX: JEVAERTON
VILA RIO DE JANEIRO
AUX: NENEM DE ZÉ GUERE
VILA MINAS GERAIS
RAIMUNDO PAQUETE
VILA MATO GROSSO
AUX: TOMILSON LIMA
VILA ESPITITO SANTO
PB: GENILDO SOUZA

SETOR 3

                  CONGREGAÇÃO:                                             DIRIGENTE:
VILA RIO G. DO NORTE “TEMPLO SEDE“
PB: EDMILSON REINALDO
VILA BAHIA
PB: SERGIO
VILA PERNANBUCO
ANTONIO WELINGTON
CONGREGAÇÃO BR 1
REGINALDO
CONGREGAÇÃO BR 2
AUX: JONI MARIO
VILA SERGIPE
MICAEL
VILA ALAGOAS
AUX: AIRTON MORAIS

SETOR 4

               CONGREGAÇÃO:                                               DIRIGENTE:
VILA CEARA
CHAGAS ADELINO
VILA PARAIBA
MARCELO AZEVEDO
VILA ACRE
JAIR JUSTINO
VILA MARANHÃO
EZEQUIAS
VILA PIAUI
AUX: ANTOANE XAVIER
SETOR 5

              CONGREGAÇÃO:                                                 DIRIGENTE:
VILA TOCANTINS
AUX: ASSIS BENIGNO
VILA PLANALTO
PB: RAIMUNDO
VILA CARAJAS
CLAUDIO
VILA PARÁ
DAMIÃO
VILA AMAZONAS
PB: ANTONIO MOURA
SETOR 6 PB: FRANCISCO COORDENADOR

               CONGREGAÇÃO:                                                 DIRIGENTE:
ASSENTAMENTO PAU DARC
AUX: JOÃO BATISTA
ASSENTAMENTO FAROL
AUX: MOALISSON
ASSENTAMENTO BANCO DA TERRA
AUX: ANTONIO BEZERRA
SITIO SIMÃO
AUX: WENDEL TEIXEIRA








EBD 4º TRIMESTRE LIÇÃO 13: A FIDELIDADE DE DEUS




Texto Áureo: Fp. 4.13– Leitura Bíblica: Fp. 4.10-20


Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD



INTRODUÇÃO
Na última aula destacamos que Paulo aprendeu a se contentar com o que tinha em todas as circunstâncias, tendo em vista que a fonte da sua alegria era Cristo, não as condições materiais, nem mesmo a oferta dos filipenses. Hoje nos voltaremos para a apreciação do Apóstolo em relação à contribuição daqueles irmãos. Mostraremos que ele recebeu o suprimento como um sacrifício agradável a Deus, colocando o foco não nele mesmo, mas em Deus, sendo Este o Único digno de honra e glória.

1. O RECEBIMENTO DA OFERTA POR PAULO
Paulo recebeu a oferta dos crentes filipenses com gratidão, não com um espírito de ganância, como fazem alguns evangélicos contemporâneos. Como ele mesmo expressou em Fp. 4.17, seu foco não estava nos presentes. Ele havia aprendido o segredo do contentamento, esse mistério que se encontra em Cristo, a fonte da verdadeira alegria. Essa é uma demonstração de maturidade, nem todos a alcançaram. Há obreiros totalmente dependentes das circunstâncias, que se distraem com qualquer tribulação. Esses certamente passarão por muitas provas, até que sejam capazes de tirar as lições dadas por Deus através do Apóstolo. A escola de Deus é o inverso da humana, primeiro passamos pela prova, depois extraímos a lição. Somente aqueles que passam por esse aprendizado podem dizer como Paulo: “tudo posso em Cristo que me fortalece” (Fp. 4.13). Quando o cristão chega a esse nível de maturidade, então é capaz de depender de Deus, e colocar nEle sua confiança. Tal como o salmista, poderá afirmar: o Senhor é o meu pastor e de nada tenho falta (Sl. 23.1). Essa é a tradução aproximada do texto no hebraico, o Senhor, de fato, é nosso Pastor, mesmo que falte alguma coisa, Ele é nossa suficiência. Para o obreiro que confia em Deus, as ofertas que chegam às suas mãos são sacrifícios, agradáveis a Deus. Primeiramente porque sabe que se trata de uma provisão de Deus, a expressão de renúncia dos irmãos. Além disso, é uma demonstração de generosidade, atitude pouco comum, em virtude da natureza egocêntrica do ser humano. Paulo diz aos crentes filipenses, e por extensão, a nós, que Deus supre as necessidades daqueles que contribuem para a obra do Senhor. De vez em quando alguém quer se apropriar indevidamente de Fp. 4.19, requerendo o suprimento das necessidades, sem predisposição para o sacrifício da oferta. O agricultor investe alguns grãos na terra, a fim de, no futuro, possa colher os seus frutos, assim acontece com aqueles que contribuem para o crescimento do Reino de Deus (II Co. 9.6). Em uma sociedade que endeusou Mamom, curvando diante do Mercado, é um sacrifício ofertar, mas essa é uma demonstração de submissão ao senhorio de Cristo (Mt. 6.24).

2. COMO SACRIFÍCIO AGRADÁVEL A DEUS
Deus ama aqueles que entregam suas ofertas com alegria, não porque são coagidos a fazê-lo, mas com generosidade (II Co. 9. 7). Paulo reconheceu que a atitude dos crentes filipenses era um exercício de sacrifício. Esse é um sentimento que precisa ser cultivado pelos obreiros do Senhor. Nem todos atentam para o fato de que muitos abrem mão do pouco que ganham para investir no Reino. Em uma sociedade de consumo, na qual todo dinheiro é pouco, somente os que são fiéis a Deus podem ser generosos. Os obreiros, ao invés de coagir os crentes à doação, devem orientá-los, ao desprendimento. Ao mesmo tempo, serem compreensíveis, e motivando aqueles que têm dificuldade para tal. Eles precisam ser ensinados que na medida em que doam ao outro, menos colocam o foco em neles mesmos. É o que faz Paulo em Fp. 4.17, inicialmente revela que seu propósito maior não é a dádiva, mas o aumento da conta espiritual dos crentes. O Apóstolo faz uso de uma metáfora contábil, o verbo grego pleonazein, traduzido por “que aumente”, mostra que os crentes têm um banco espiritual no qual precisam investir. Jesus também ensinou Seus discípulos a depositarem não apenas o dinheiro, mas a fé, na eternidade (Mt. 6.19,20). A oferta é um ato espiritual que tem uma dimensão escatológica. Aqueles que o fazem com alegria estão mostrando, não apenas a Deus, mas a eles mesmos, que miram em riquezas eternas. Os líderes da teologia da ganância têm explorado essas passagens bíblicas para explorarem seus adeptos. A teologia da barganha tem campeado nos arraias pseudopentecostais. Os cristãos evangélicos precisam ter cuidado com esses lobos devoradores (II Co. 12.14-18). Por outro lado, não podem deixar de reconhecer que aqueles que ofertam ao Senhor, exercitam a generosidade, se o fizerem com alegria. Dízimos e ofertas devem ser entregues à igreja, mas isso não exime o crente de atentar para os necessitados. Lembremos, pois, da orientação do sábio: “quem se compadece do pobre ao Senhor empresta” (Pv. 19.17), e que “mais bem-aventurado é dar do que receber” (At. 20.35).

3. PORQUE DEUS É FIEL
Descansamos na certeza de que Deus é fiel, em todas as circunstâncias da vida, mesmo diante das crises. Sendo assim, somente aqueles que desfrutam da paz de Deus, podem sossegar suas almas diante das intempéries que nos assola. E porque Ele é fiel, e prova Seu amor para conosco, tendo entregue Seu Filho por nós, devemos também demonstrar amor para nossos irmãos (Jo. 3.16; I Jo. 3.16). Os tempos de crise são oportunidades para que demonstremos generosidade, e nos voltemos para os outros, a fim de ajudar aqueles que estão em necessidade (Mt. 22.34-40). O amor cristão exige desprendimento, ou seja, disposição para abrir mão do que tem em prol dos outros (I Co. 13). Vivemos em uma sociedade extremamente individualista, cada um faz o que lhe agrada, na maioria das vezes, sem se preocupar com o próximo. O capitalismo selvagem está lançando as pessoas cada vez mais para longe uma das outras. O consumismo também faz com que as pessoas queiram sempre mais. Essa doença está adentrando até mesmo as igrejas evangélicas. Tais atitudes são totalmente contrárias àquelas dos crentes de Jerusalém do primeiro século, que eram sensíveis às carências uns dos outros (At. 4.34-37). Paulo não sofria dessa enfermidade espiritual, antes de qualquer coisa, aprendeu a estar contente, independentemente das situações (Fp. 4.12). Por isso, tanto sabia ter fartura quanto padecer necessidade, nada o tirava do centro, que é Cristo. Ele é Aquele que o fortalecia, mesmo na prisão em Roma, e passando por momentos de privações (Fp. 4.13). Há líderes evangélicos que citam esse texto indevidamente, sem atentar para o contexto, eles preferem apenas com o “tudo posso naquele que me fortalece”. No contexto, Paulo mostra que tanto podia viver em fartura quanto em necessidade. É bom saber viver a partir da porção acostumada, como disse o sábio judeu (Pv. 30.7-10).

CONCLUSÃO
As crises políticas e econômicas são cada vez mais contundentes porque a sociedade elegeu valores invertidos. Os políticos, ao invés de governarem para o povo, buscam locupletarem-se, enriquecendo-se ilicitamente. O dinheiro, configurado no mercado, se tornou um deus, diante do qual as pessoas se dobram. O desafio da igreja, nessa sociedade materialista e consumista, é o de viver para as pessoas, e se sacrificar em amor, a fim de que o nome de Jesus seja glorificado. Como Paulo, devemos aprender a viver em contentamento, e saber fazer a diferença entre o que nos é essencial e supérfluo, somente assim seremos alegres.

BIBLIOGRAFIA
LOPES, H. D. FilipensesSão Paulo: Hagnos, 2007.
WIERSBE, W. W. Philippians: be joyfull. Colorado: David Cook, 2008.

EBD 4º TRIMESTRE LIÇÃO 12: A SABEDORIA DIVINA PARA A TOMADA DE DECISÕES


Texto Áureo Pv. 2.6 – Leitura Bíblica I Rs. 4.29-34


Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD


INTRODUÇÃO
A aula de hoje terá como tema central a importância da sabedoria divina para a tomada de decisões. O personagem central do estudo será Salomão, e a capacitação que ele recebeu de Deus, para conduzir Israel. Inicialmente mostraremos que essa foi uma sabedoria do alto, em seguida, destacaremos a figura do monarca, ressaltando suas habilidades diante do reino, e ao final, refletiremos sobre sua capacidade administrativa para tomar decisões.

1. A SABEDORIA DIVINA
A sabedoria de Salomão não era meramente humana, ela tinha uma procedência sobrenatural, fora dada pelo próprio Deus. Não estamos afirmando que tudo que esse rei fez foi correto. Longe disso, diferentemente do seu pai Davi, Salomão foi um rei extravagante, que impôs um jugo pesado sobre o povo, e um político que se fiou em seus acordos. Mesmo assim, Deus esteve com ele, auxiliando-o nos momentos difíceis. Ele é reconhecido nas Escrituras, especificamente na genealogia de Jesus (Mt. 1.6,7), e tido como um exemplo de esplendor (Mt. 6.29) e sabedoria (Mt. 14.22). A identificação mais comum em relação a Salomão diz respeito à construção do templo (At. 7.47), um símbolo da religiosidade israelita. O nome Salomão vem do hebraico “shalom” que quer dizer “paz”. A vida desse monarca está repleta de paradoxos, uma demonstração desses é a construção do templo, que durou sete anos, e de um palácio para ele, que demorou treze anos (I Rs. 6.37 – 7.1). Ao mesmo tempo em que Israel alcançou um considerável poder político, experimentou uma derrocada espiritual. O próprio rei é uma demonstração desse retrocesso, pois por causa das suas alianças políticas, e dos seus casamentos com mulheres pagãs, precisou ser disciplinado pelo Senhor (I Rs. 11). Ele começou bem, andando nos preceitos de Davi, seu pai (I Rs. 3.3), de modo que o Senhor lhe ordenou: “pede-me o que queres que eu te dê” (I Rs. 3.5). Ele reconhecendo que não seria fácil suceder a Davi, condição que carregaria ao longo da existência, pediu ao Senhor sabedoria, para conduzir o povo de Israel.

2. DADA POR DEUS A SALOMÃO
Em duas ocasiões o Senhor se revelou a Salomão em sonhos, e em uma dessas situações, o monarca se apresentou humildemente perante Deus, reconhecendo-se como “servo”. Ele sabia que teria o desafio de construir um templo, que seria dedicado ao Deus de Israel. Diante desse desafio, confessou suas limitações, e buscou a graça de Deus (I Rs. 3.6-9). Por fim, em sua oração, Salomão pede ao Senhor que lhe dê sabedoria para governar a nação (I Rs. 3.9). Não se trata de uma sabedoria para a vida espiritual, antes de um conhecimento prático, a fim de tomar as decisões acertadas. Esse tipo de sabedoria pode ser identificada no livro de Provérbios, boa parte deles escritos por Salomão, no qual encontramos ditos que revelam a praticidade do conhecimento do rei (Pv. 3.1-18). No contexto de um governo teocrático, Salomão reconheceu que não poderia desempenhar sua função a contento a menos que fosse direcionado pelo Senhor. Uma demonstração dessa sabedoria nos é dada em I Rs. 3.16-28, no caso do julgamento de duas mulheres que discutiam a maternidade de uma criança. Cada uma delas defendia ser a mãe de uma criança, era a palavra de uma contra a outra. Na verdade, uma delas havia roubado o filho da outra, e dizia ser seu. Elas foram até o rei, para arbitrar aquela situação complicada, mas Salomão, dependendo da sabedoria de Deus, propôs dividir a criança ao meio, e entregar uma parte a cada uma delas. Através dessa estratégia, a verdadeira mãe se revelou, o nome do Senhor foi glorificado, e a fama do rei se espalhou.

3. PARA A TOMADA DE DECISÕES
Assim como seu pai Davi, Salomão ficou conhecido como um grande administrador (II Sm. 8.15-18; 20.23-26). Ele escolheu as pessoas apropriadas para auxiliá-lo na condução dos trabalhos (I Rs. 4.1-6). Um líder sábio é capaz de perceber outros líderes, e mais que isso, de demonstrar humildade, para ouvir a opinião dos outros. Ele também não teve receio de dividir as atribuições, demarcar territórios administrativos, e delegar pessoas de confiança para governa-los (I Rs. 4.7-28). A liderança eficaz, sobretudo nos momentos de crise, acontece por meio da divisão de responsabilidades. O líder que não confia nas pessoas, e que sempre se sente acuado, dificilmente terá êxito em seus intentos. Por outro lado, Salomão falhou onde a maioria dos líderes fracassam, no orgulho e na prepotência, ao se colocar no centro das atenções. Ele começou a se vangloriar dos presentes que recebia das nações vizinhas. E contrariando a lei de Deus, multiplicou os seus cavalos (Dt. 17.16), chegando mesmo a construir cidades especiais, somente para abrigá-los (I Rs. 4.26). No período da meia idade, Salomão substituiu a sabedoria de Deus pelo conhecimento humano. Ele se transformou em um “mero” cientista, ao invés de atentar para o Criador, centrou sua atenção apenas na criação. Os escritos dos Provérbios, boa parte deles escritos por esse sábio, servem de orientações práticas para a vida, se interpretados adequadamente, sem fazer generalizações. Salomão, a fim de manter-se no poder, acabou fazendo uma série de alianças, algumas delas bastante prejudiciais, tanto para ele, quanto para o povo de Israel.  

CONCLUSÃO
A redenção de Salomão se encontra no livro de Eclesiastes, nas páginas daquele livro sapiencial acompanhamos a análise de um homem que se tornou rei, e que colocou seu coração em coisas que não agradavam a Deus. No final de tudo, chegou a uma conclusão que deve ser observada por todos aqueles que querem encontrar a verdadeira sabedoria: “De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; por isto é o dever de todo o homem” (Ec. 12.13). Essa é a sabedoria que vem de Deus, esse é, de fato, o princípio da sabedoria (Pv. 1.7).

BIBLIOGRAFIA
CABRAL, E. O Deus de toda provisão. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.
WIERSBE, W. Be responsible: 1 Kings. Colorado Springs: David Cook, 2002.
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