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quarta-feira, fevereiro 3

CPAD divulga capa da nova Revista Lições Bíblicas Adulto para o 2º trimestre






Esta é a capa da nova Revista Lições Bíblicas Adulto para o 2º Trimestre de 2016. Maravilhosa Graça - O Evangelho de Jesus Cristo revelado na Carta aos Romanos. Comentário: Pr. José Gonçalves

Sumário
Lição 1 - A Epístola aos Romanos
Lição 2 - A Necessidade Universal da Salvação em Cristo
Lição 3 - Justifi cação, somente pela fé em Jesus Cristo 
Lição 4 - Os Benefícios da Justificação 
Lição 5 - A Maravilhosa Graça 
Lição 6 - A Lei, a Carne e o Espírito 
Lição 7 - A Vida Segundo o Espírito 
Lição 8 - Israel no Plano da Redenção 
Lição 9 - A Nova Vida em Cristo
Lição 10 - Deveres Civis, Morais e Espirituais 
Lição 11 - A Tolerância Cristã
Lição 12 - Cosmovisão Missionária 

Lição 13 - O cultivo das relações interpessoais

terça-feira, fevereiro 2

Escala de porteiros do mês de fevereiro 2016


A luta de cada um




Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, mas o Senhor é que dá a vitória. Provérbios 21:31
Acordar, levantar, vestir-se, alimentar-se e seguir para a batalha. Essa é a nossa rotina diária. Cada um com sua guerra e sua luta particular.
Poderia citar inúmeros tipos de batalhas que nós seres humanos podemos travar. Algumas mais fáceis outras terríveis, mas todas são lutas. O que parece uma fácil luta para uns, para outros pode ser a grande batalha de sua vida. Não se pode diminuir a luta de ninguém. Deus sabe o que cada um é capaz de enfrentar.
Imagine uma enfermidade longa e dolorosa; um ambiente de trabalho que mais parece um campo de guerra; um chefe terrível; relacionamentos conturbados; casamento fragilizado, onde dois lutam e às vezes muitos saem feridos; uma depressão longa e desgastante onde além da doença, se tem que enfrentar os preconceitos; vícios que escravizam e destroem o corpo e a alma; famílias em guerra… são tantas batalhas.
E não há como esquecer as batalhas contra o próprio eu, contra temperamentos difíceis, defeitos e fragilidades que se odeiam. Quem não tem algo em si mesmo contra o qual luta diariamente?
O Senhor Deus diz a você a mim: prepare suas armas, seus cavalos e instrumentos para a guerra. Isso significa que há uma participação sua na batalha. Você deve se preparar porque enquanto tivermos nesse mundo teremos não uma, mas várias aflições. Faça a sua parte. Prepare-se física, emocional e espiritualmente. Não fique prostrado, desanimado, vencido.
Contudo, podemos preparar as nossas melhores armas, mas é Deus quem dá a vitória. Que alívio! Posso lutar e travar a mais terrível das lutas, mas sei que Deus está comigo e que do Senhor é a guerra e é Ele quem vai a frente e vence a guerra por mim.
Portanto, querido, hoje seja qual for a luta que você trava, seja ela interior, exterior, grande ou pequena, prepare-se, levante-se, pois você não está lutando sozinho. Ainda que todos os soldados com os quais contava fugiram, você tem alguém especial lutando a seu favor. Deus é com você e te ajudará a matar um leão a cada dia até que a guerra esteja completamente vencida!

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EBD 1º TRIMESTRE LIÇÃO 05: O ARREBATAMENTO DA IGREJA









Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD







Texto Áureo  I Ts. 4.17 – Leitura Bíblica  I Ts. 4.13-18


INTRODUÇÃO
A I Epístola aos Tessalonicenses foi escrita por Paulo, quando a igreja daquela localidade tinha dificuldade para compreender a natureza do arrebatamento, e da ressurreição dos salvos. A passagem de I Ts. 4.13-18 é bastante esclarecedora, e nos ajuda a compreender a sequência e objetivo desse acontecimento. Na lição de hoje faremos uma análise desse texto, destacando seu significado e propósito, não apenas para a igreja daquela comunidade, mas também para os crentes atuais.

1. RESSURREIÇÃO DOS SALVOS
Existem alguns aspectos que envolvem o arrebatamento da igreja, o principal deles será a ressurreição dos salvos. Isso significa que os crentes que morreram em Cristo, na ocasião do arrebatamento, ressuscitarão primeiro. Essa verdade bíblica está em consonância com I Co. 15.23,24, na qual o Apóstolo discorre sobre esse evento escatológico. Essa doutrina revela que há uma unidade entre os crentes vivos e aqueles que partiram com Cristo. Esse esclarecimento se fez necessário porque os crentes de Tessalônica tinham dúvidas em relação a esse episódio. Ao que tudo indica, alguns deles estavam desesperados, pois não sabiam o que acontecia depois da morte. Paulo explica: “Nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem” (I Ts. 4.15). A palavra “preceder” em grego é phthasõmen é acompanhada de um duplo negativo, a fim de demonstrar ênfase. Em relação ao futuro, o Apóstolo também é enfático: os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro (v. 16). Em relação à ressurreição, faz-se necessário esclarecer que Cristo é a primícias daqueles que haverão de ressuscitar; cujo acontecimento pleno se dará no arrebatamento da igreja. Mas existe ainda outra ressurreição, a do restante da humanidade, para juízo eterno (Dn. 12.2; Jo. 5.28,29; Ap. 20.5). Os santos que morreram em Cristo aguardam ainda a ressurreição, isso quer dizer, então, que eles esperam a glorificação do corpo, quando o que é corruptível se revestirá da incorruptibilidade (I Co. 15.51-55).

2. ARREBATAMENTO DA IGREJA
Por ocasião do arrebatamento (gr. harpazo) os crentes, tanto os vivos quanto aqueles que ressuscitarão, receberão um novo corpo glorificado. O objetivo, daqueles que vivem e dos que morreram, é será encontrar com o Senhor nos ares, e estar para sempre com Ele (I Ts. 4.17). Acontecerá, nessa oportunidade, uma transformação (allassõ), ou seja, os crentes assumirão uma nova posição. Em relação ao novo corpo, Paulo explica que terá uma mudança em conformidade com o de Cristo ressuscitado (Fp. 3.21; I Jo. 3.2). Nas limitações do corpo presente, gememos em nosso íntimo, aguardando a redenção (Rm. 8.23), o dia em que não mais passaremos por dores, as doenças e enfermidades não mais nos alcançarão. O arrebatamento tem um significado especial para os crentes, porque depois de celebrarmos nos ares as Bodas do Cordeiro, eles seguirão para a casa do Pai (Jo. 14.2,3; I Ts. 3.13). Essa também será um ato divino de livramento, considerando que os crentes arrebatados não passarão pela tribulação, serão livres da ira vindoura (I Ts. 1.9,10). Com Cristo assumiremos a cidadania do céu em Sua plenitude, por isso esperamos com ansiedade o dia no qual a trombeta soará. Com Paulo, aguardamos até que esse dia aconteça, e passemos a desfrutar das glórias que para nós foram reservadas (Tt. 2.13).

3. CONSOLO PARA OS CRENTES
A mensagem do arrebatamento não deve ter como objetivo central assustar os crentes, amedrontando-os. Antes, deve alimentar nossa esperança, na certeza de que quando a trombeta soar, estaremos voltando para casa. Jesus consolou os discípulos, justamente no momento em mais precisavam, quando o Senhor se despedia deles. Para que não se entristecessem, prometeu voltar para leva-los para junto deles, e a presença gratificante do Consolador (Jo. 14). O coração do crente não deve ficar perturbado diante das vicissitudes da vida, antes devemos descansar nos cuidados do Senhor. A presença dEle, e do Seu Espírito, nos traz consolo na situações adversas. Ao que tudo indica esse também era o problema dos crentes de Tessalônica, por causa da ignorância escatológica, ficaram angustiados, sobretudo diante da morte. Mas nós sabemos que a morte não é o fim, nem mesmo para aqueles que já partiram, pois temos a convicção, pela Palavra do Senhor, que os mortos em Cristo ressuscitarão, e os que estiverem vivos serão transformados (I Ts. 4.15,17). Diante dos momentos difíceis, não devemos ficar com o coração conturbado, pois estamos firmados em uma bendita esperança, que é o fundamento da nossa alegria (I Ts. 2.19). Paulo em enfático em sua admoestação aos crentes: “Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (I Ts. 4.18).

CONCLUSÃO
O arrebatamento, o translado dos crentes que pode acontecer a qualquer momento, é a bendita esperança da igreja. Diante de um mundo marcado pelo desespero, devemos consolar uns aos outros com as Palavra de Cristo, que ressoam no evangelho, e com a revelação dada a Paulo, a respeito desse evento escatológico. A igreja de Cristo não teme o arrebatamento, antes purifica a si mesma (I Jo. 3.3), assim como Ele é puro, e aprendeu a amar a vinda do Senhor para arrebatá-la (II Tm. 4.8), que lhe traz consolo (I Ts. 4.18).

BIBLIOGRAFIA
DEMY, T., ICE, T. A verdade sobre o arrebatamento. Porto Alegre: Actual Edições, 2001.
ICE, T., DEMY, T. (eds). Quando a trombeta soar. Porto Alegre: Actual Edições, 2015.

EBD 1º TRIMESTRE LIÇÃO 04: ESTEJA ALERTA E VIGILANTE, JESUS VOLTARÁ









Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD





Texto Áureo  I Ts. 5.23 – Leitura Bíblica  Mt. 24.42-46


INTRODUÇÃO
Jesus virá em breve, essa era a frase no painel de muitas igrejas evangélicas antigas. Nos dias atuais, algumas mantem “Jesus virá”, outras substituíram por “Jesus”. Talvez esse seja um indício da ausência de atenção que as igrejas estão dando a esse tema. Na aula de hoje enfatizaremos que o arrebatamento de Jesus acontecerá a qualquer momento, sendo, portanto, um acontecimento iminente. Por esse motivo devemos permanecer alertas, e vigilantes, cientes que Ele voltará para arrebatar Sua em igreja, em breve.

1. ELE VIRÁ
O Novo Testamento ensina que Jesus voltará (Jo. 14.3), e que aparecerá segunda vez (Hb. 9. 28). Isso quer dizer que o Senhor virá para arrebatar Sua igreja, Ele mesmo prometeu aos discípulos, antes de Sua partida (Jo. 14.1-3).  Em meio às tribulações da vida, temos o conforto espiritual, que Ele foi preparar um lugar, para que estejamos com Ele. Por esse motivo, Tiago orienta os primeiros cristãos a serem pacientes, enquanto aguardam a vinda do Senhor (Tg. 5.7-9). Paulo é o apóstolo que mais trata a respeito desse assunto, destacando que essa é nossa esperança (I Ts. 1.9,10), e que quando Ele voltar, nos livrará da ira vindoura (I Ts. 1.9). O arrebatamento é a bendita esperança daqueles que professam a fé no Senhor (Tt. 2.13). Mas enquanto aguardamos a vinda do Senhor, devemos nos manter alerta e vigilante (I Ts. 3.13). É possível, no entanto, que alguém seja pego de surpresa, se não estiver preparado (I Ts. 5.1-11). Por isso, devemos buscar uma santificação integral, e que ser irrepreensível, enquanto esperamos o arrebatamento (I Ts. 5.23). A vigilância é necessária a fim de que não sejamos envergonhados, caso venhamos a nos afastar dEle, quando vier para buscar Sua igreja (I Jo. 2.28). Por ocasião do arrebatamento, seremos semelhantes a Ele. E quem tem essa esperança, deve purificar a si mesmo, assim como Ele mesmo é puro (I Jo. 3.2,3). Esse também será um momento de júbilo para os obreiros, pois se alegrarão ao ver aqueles que conduziram a Cristo (I Ts. 2.17-19).

2. A QUALQUER MOMENTO
Em relação ao momento não sabemos quando ocorrerá, sendo inviável marcar qualquer data. Jesus disse aos Seus discípulos que não competia a eles conhecer tempos ou épocas que Deus reservou para Sua exclusiva autoridade (At. 1.7). A humanidade será pega de surpresa quando acontecer, pois virá como ladrão de noite (I Ts. 5.2,3). Como diz Paulo aos Coríntios, “num momento, num abrir e fechar de olhos... a trombeta soará e os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nos (crentes vivos) serão transformados” (I Co. 15.52). Esse é o significado da palavra iminente, isto é, a volta do Senhor, para arrebatar a igreja, está próxima (Ap. 1.3; 22.10). Por esse motivo, cada geração de crente deve permanecer alerta, e vigilante, para não está despercebida, quando Cristo voltar (Lc. 12.40). Os crentes são exortados a aguardarem ansiosamente pela volta do Senhor (Fp. 3.20; Hb. 9.28; Tt. 2.12; I Ts. 5.6). A doutrina da imanência é importante na interpretação escatológica porque ressalta que o arrebatamento acontecerá a qualquer momento. Essa premissa bíblica exige que os crentes estejam sempre preparados. É o que constatamos ao analisar os textos bíblicos que aludem ao arrebatamento, afirmando que “perto está o Senhor” (Fp. 4.5), que Ele “está às portas” (Tg. 5.9), de modo que se faz necessário que “vigiemos e sejamos sóbrios” (I Ts. 5.6).

3. ANTES DA TRIBULAÇÃO
A doutrina do arrebatamento iminente, ou seja, que pode acontecer a qualquer momento, respalda o pré-tribulacionismo. Os posicionamentos meso-tribulacionista e pós-tribulacionista precisam redefinir o conceito de iminência, para justificar seus argumentos. Isso porque caso os crentes passem pela tribulação, a expectativa de que o Senhor venha a qualquer momento perderá a razão de ser (Tt. 2.13). É por isso que os crentes devem permanecer atentos, aguardando a volta do Senhor Jesus. Os santos da tribulação, por sua vez, são exortados a atentaram para os sinais. Se os crentes tiverem que passar pela tribulação, não faz sentido a exortação bíblica para que nos consolemos pela volta do Senhor (Jo. 14.1; I Ts. 4.18). O termo maranatha, cujo significado é “vem, Senhor Jesus”, somente tem fundamento se a volta de Jesus for iminente. Uma análise acurada de várias passagens sobre a tribulação, tanto no Antigo (Dr. 4.29-30; Jr. 30.4-11; Dn. 8.24-27; 12.1,2), quanto no Novo Testamento (Mt. 13.30-50; 24.15-31; I Ts. 1.9,10; 5.4-9; II Ts. 2.1-11; Ap. 4-18) mostra que essa não se refere à igreja. A mensagem do Senhor é clara para Sua igreja: “porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra” (Ap. 3.10). Na verdade, o livro do Apocalipse, dos capítulos 4 a 19, silencia em relação à igreja, pois se trata do perído da “angústia para Jacó” (Jr. 30.7).

CONCLUSÃO
Jesus voltará para arrebatar Sua igreja, esse evento acontecerá a qualquer momento. Por esse motivo, devemos permanecer sóbrios e vigilantes, aguardando Sua vinda (Lc. 21.36). Isso acontecerá antes da Tribulação, pois chegará o tempo em que o Senhor levará Seus embaixadores da terra (II Co. 5.20). A partida da igreja antes da tribulação é tipificada no translado de João a subir ao céu (Ap. 4.1), sendo preservada do período da Tribulação (Ap. 4-19).

BIBLIOGRAFIA
ICE, T., DEMY, T. (eds). Quando a trombeta soar. Porto Alegre: Actual Edições, 2015.
PENTECOST, J .D. Manual de Escatologia. São Paulo: Vida, 2002. 

EBD 1º TRIMESTRE LIÇÃO 03: ESPERANDO A VOLTA DE JESUS








Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD




Texto Áureo  I Ts. 5.23 – Leitura Bíblica  Mt. 24.42-46



INTRODUÇÃO
A igreja aguarda seu arrebatamento pelo Senhor a qualquer momento, quando se encontrará com Ele nos ares. Na lição de hoje estudaremos a respeito desse evento, e destacaremos a necessidade de permanecer na expectativa dessa bendita esperança. Mostraremos que o arrebatamento é um evento iminente, que deve nos motivar à santificação, e a amar a vinda do Senhor. Destacaremos também que enquanto não acontece a igreja deve permanecer trabalhando em prol da expansão do Reino de Deus.

1. UM EVENTO IMINENTE
A igreja aguarda ser arrebatada para se encontra com o Senhor Jesus nos ares (I Ts. 4.13-18). Esse é um evento iminente, ou seja, que acontecerá a qualquer momento, sem sinais prévios. A esse respeito, é válido ressaltar que a doutrina do arrebatamento foi revelada com maior propriedade a Paulo (I Co. 15.51). Por esse motivo, encontramos várias passagens em suas epístolas que se referem a esse acontecimento. Para interpretar apropriadamente os textos que fazem referência ao arrebatamento é necessário distingui-lo da Segunda Vinda em glória, quando o Senhor virá para estabelecer seu reino milenial (Ap. 19). Nada impede que Jesus venha arrebatar Sua igreja a qualquer momento, nem mesmo que o evangelho seja pregado em todos os lugares, pois esse é o ensinamento paulino sobre o arrebatamento. Os crentes devem viver nessa expectativa, sabendo que a trombeta soará, e os mortos em Cristo ressuscitarem, e aqueles que estiverem vivos, serão transladados (I Ts. 4.13-18). Esse ensinamento era pregado com frequência nos anos que antecederam 2000, mas infelizmente algumas igrejas deixaram de acreditar no arrebatamento da igreja. Além disso, o materialismo, disseminado nas igrejas pela teologia da ganância, está fazendo com que os crentes percam o foco. A ênfase no temporal, em detrimento do eterno, está retirando dos púlpitos um assunto que é recorrente na teologia do Novo Testamento. Uma igreja compromissada com o Reino de Deus deve pregar e viver na expectativa escatológica, na convicção da vinda de Jesus para arrebatar Sua igreja, como Ele mesmo prometeu (Jo. 14.1).

2. QUE EXIGE SANTIFICAÇÃO DOS CRENTES
Enquanto Jesus não vem para buscar Sua igreja, essa deve viver em santificação, produzindo o fruto do Espírito (Gl. 5.22). Paulo, em sua Epístola aos Tessalonicenses, admoesta os crentes para que esses sejam integralmente santos (corpo, alma e espírito), enquanto aguardam a Vinda do Senhor (I Ts. 5.23). A santificação é uma condição para que se possa ver a Deus (Hb. 12.14), sendo necessário distinguir a santificação posicional e da progressiva. A primeira tem a ver com a condição dada por Deus a partir do momento que somos regenerados (I Co. 3.16). A segunda é um processo que inicia na conversão e segue até a glorificação, no momento do arrebatamento (II Co. 3.18). É preciso ter cuidado para não confundir santificação com perfeição, isso porque há crentes que pensam que somente serão arrebatados se estiverem perfeitos. A palavra traduzida por perfeito, no grego do Novo Testamento, é teleios, e tem a ver com maturidade, não com perfeição. As traduções para o português podem causar frustrações, e às vezes, pavor em alguns cristãos, por não se considerarem aptos para o arrebatamento. O fundamento para o arrebatamento da igreja é a santificação posicional, isto é, por causa do sacrifício de Cristo, podemos confiar que Ele nos arrebatará. Por outro lado, espera-se de um cristão que viva em santidade, sendo cada vez mais parecido com Cristo. Os cristãos carnais, porém, estão em situação de risco, não apenas de ficar após o arrebatamento, mas de apostatar da fé, e se deixar conduzir pelos padrões mundanos (I Jo. 2.16).

3. AMOR E ESPERANÇA
Por viverem em pecado, muitos crentes não conseguem amar a vinda de Jesus (II Tm. 4.8), e não têm a bendita esperança (Tt. 2.13). O arrebatamento para os crentes é tanto uma parousia (vinda) quanto uma epifaneia (manifestação). Essa revelação não deve ser motivo de medo, muito menos de pavor, mas de amor e esperança. Na medida em que o cristão trabalha em prol da expansão do Reino, sabe que a trombeta soará e que será levado para estar com Cristo. Esse viver na dimensão eterna traz gozo para o crente, pois esse sabe que a morte não é o fim, e mais que isso, que será transformado, recebendo um corpo glorioso (I Co. 15.54). O mundo vive sem essa esperança, e o resultado tem sido angústia e desespero, mas a igreja, que foi comprada pelo sangue de Cristo, aguarda a volta do seu Noivo (Ef. 5.26). A tribulação virá, dias trabalhosos sobrevirão sobre a terra, mas a igreja será preservada da ira vindoura (I Ts. 1.9,10). Uma igreja comprometida com a Palavra proclama que esse dia chegara, e que as pessoas precisam se arrepender dos seus pecados, e se voltar para Deus, para não ficarem na terra, sob o governo do Anticristo, e as calamidades do Apocalipse. Fazendo assim a igreja evitará o escapismo, tendência bastante comum em alguns círculos cristãos. Há evangélicos que celebram a volta de Cristo, mas fogem da realidade na qual estão inseridos. A vinda de Cristo para arrebatar a igreja deve ser um tema recorrente, mas não pode livrar o cristão da responsabilidade de difundir e viver a partir dos valores do Reino, enquanto permanecer na terra.

CONCLUSÃO
A igreja aguarda com expectativa, sobretudo com amor, a vinda de Cristo para arrebatar Sua igreja. Na verdade essa é a bendita esperança, a respeito da qual escreveu Paulo em suas epístolas. Enquanto Jesus não vem, devemos viver em santificação, buscando nos assemelhar ao caráter de Cristo, algo que acontecerá plenamente por ocasião da glorificação (I Jo. 3.2). Enquanto esse dia não chega, devemos continuar fazendo a obra de Deus, e trabalhando em prol da expansão do Seu reino.

BIBLIOGRAFIA
ICE, T., DEMY, T. (eds). Quando a trombeta soar. Porto Alegre: Actual Edições, 2015.
PENTECOST, J .D. Manual de Escatologia. São Paulo: Vida, 2002. 

terça-feira, janeiro 19

CONFEPE 2016 CONFIRA A PROGRAMAÇÃO



Queridos é com alegria que convidamos a todos para a abertura dos trabalhos da ‪#‎UMADESM‬ no ano de 2016,
ATENÇÃO PARA A PROGRAMAÇÃO
Sabado dia 06 de fevereiro
Início 19:00 hs
Louvores: Conjunto geral da Umadesm
Preletor: Antonio Fonseca
Domingo dia 07 de fevereiro
Manha: 09:00 hs
Preletor: Tomilson Lima
Tarde: 14:30 hs
Estudo da palavra: Antonio Fonseca
Noite: 19:00 hs
Preletor: Edmilsom Reinaldo
Os louvores estram por conta da mocidade dos setores 1, 2, 3, 4 e 5.
Forma sua caravana e vanha adorar junto conosco.



EBD 1º TRIMESTRE LIÇÃO 03: ESPERANDO A VOLTA DE JESUS








Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD



 Texto Áureo  I Ts. 5.23 – Leitura Bíblica  Mt. 24.42-46


INTRODUÇÃO
A igreja aguarda seu arrebatamento pelo Senhor a qualquer momento, quando se encontrará com Ele nos ares. Na lição de hoje estudaremos a respeito desse evento, e destacaremos a necessidade de permanecer na expectativa dessa bendita esperança. Mostraremos que o arrebatamento é um evento iminente, que deve nos motivar à santificação, e a amar a vinda do Senhor. Destacaremos também que enquanto não acontece a igreja deve permanecer trabalhando em prol da expansão do Reino de Deus.

1. UM EVENTO IMINENTE
A igreja aguarda ser arrebatada para se encontra com o Senhor Jesus nos ares (I Ts. 4.13-18). Esse é um evento iminente, ou seja, que acontecerá a qualquer momento, sem sinais prévios. A esse respeito, é válido ressaltar que a doutrina do arrebatamento foi revelada com maior propriedade a Paulo (I Co. 15.51). Por esse motivo, encontramos várias passagens em suas epístolas que se referem a esse acontecimento. Para interpretar apropriadamente os textos que fazem referência ao arrebatamento é necessário distingui-lo da Segunda Vinda em glória, quando o Senhor virá para estabelecer seu reino milenial (Ap. 19). Nada impede que Jesus venha arrebatar Sua igreja a qualquer momento, nem mesmo que o evangelho seja pregado em todos os lugares, pois esse é o ensinamento paulino sobre o arrebatamento. Os crentes devem viver nessa expectativa, sabendo que a trombeta soará, e os mortos em Cristo ressuscitarem, e aqueles que estiverem vivos, serão transladados (I Ts. 4.13-18). Esse ensinamento era pregado com frequência nos anos que antecederam 2000, mas infelizmente algumas igrejas deixaram de acreditar no arrebatamento da igreja. Além disso, o materialismo, disseminado nas igrejas pela teologia da ganância, está fazendo com que os crentes percam o foco. A ênfase no temporal, em detrimento do eterno, está retirando dos púlpitos um assunto que é recorrente na teologia do Novo Testamento. Uma igreja compromissada com o Reino de Deus deve pregar e viver na expectativa escatológica, na convicção da vinda de Jesus para arrebatar Sua igreja, como Ele mesmo prometeu (Jo. 14.1).

2. QUE EXIGE SANTIFICAÇÃO DOS CRENTES
Enquanto Jesus não vem para buscar Sua igreja, essa deve viver em santificação, produzindo o fruto do Espírito (Gl. 5.22). Paulo, em sua Epístola aos Tessalonicenses, admoesta os crentes para que esses sejam integralmente santos (corpo, alma e espírito), enquanto aguardam a Vinda do Senhor (I Ts. 5.23). A santificação é uma condição para que se possa ver a Deus (Hb. 12.14), sendo necessário distinguir a santificação posicional e da progressiva. A primeira tem a ver com a condição dada por Deus a partir do momento que somos regenerados (I Co. 3.16). A segunda é um processo que inicia na conversão e segue até a glorificação, no momento do arrebatamento (II Co. 3.18). É preciso ter cuidado para não confundir santificação com perfeição, isso porque há crentes que pensam que somente serão arrebatados se estiverem perfeitos. A palavra traduzida por perfeito, no grego do Novo Testamento, é teleios, e tem a ver com maturidade, não com perfeição. As traduções para o português podem causar frustrações, e às vezes, pavor em alguns cristãos, por não se considerarem aptos para o arrebatamento. O fundamento para o arrebatamento da igreja é a santificação posicional, isto é, por causa do sacrifício de Cristo, podemos confiar que Ele nos arrebatará. Por outro lado, espera-se de um cristão que viva em santidade, sendo cada vez mais parecido com Cristo. Os cristãos carnais, porém, estão em situação de risco, não apenas de ficar após o arrebatamento, mas de apostatar da fé, e se deixar conduzir pelos padrões mundanos (I Jo. 2.16).

3. AMOR E ESPERANÇA
Por viverem em pecado, muitos crentes não conseguem amar a vinda de Jesus (II Tm. 4.8), e não têm a bendita esperança (Tt. 2.13). O arrebatamento para os crentes é tanto uma parousia (vinda) quanto uma epifaneia (manifestação). Essa revelação não deve ser motivo de medo, muito menos de pavor, mas de amor e esperança. Na medida em que o cristão trabalha em prol da expansão do Reino, sabe que a trombeta soará e que será levado para estar com Cristo. Esse viver na dimensão eterna traz gozo para o crente, pois esse sabe que a morte não é o fim, e mais que isso, que será transformado, recebendo um corpo glorioso (I Co. 15.54). O mundo vive sem essa esperança, e o resultado tem sido angústia e desespero, mas a igreja, que foi comprada pelo sangue de Cristo, aguarda a volta do seu Noivo (Ef. 5.26). A tribulação virá, dias trabalhosos sobrevirão sobre a terra, mas a igreja será preservada da ira vindoura (I Ts. 1.9,10). Uma igreja comprometida com a Palavra proclama que esse dia chegara, e que as pessoas precisam se arrepender dos seus pecados, e se voltar para Deus, para não ficarem na terra, sob o governo do Anticristo, e as calamidades do Apocalipse. Fazendo assim a igreja evitará o escapismo, tendência bastante comum em alguns círculos cristãos. Há evangélicos que celebram a volta de Cristo, mas fogem da realidade na qual estão inseridos. A vinda de Cristo para arrebatar a igreja deve ser um tema recorrente, mas não pode livrar o cristão da responsabilidade de difundir e viver a partir dos valores do Reino, enquanto permanecer na terra.

CONCLUSÃO
A igreja aguarda com expectativa, sobretudo com amor, a vinda de Cristo para arrebatar Sua igreja. Na verdade essa é a bendita esperança, a respeito da qual escreveu Paulo em suas epístolas. Enquanto Jesus não vem, devemos viver em santificação, buscando nos assemelhar ao caráter de Cristo, algo que acontecerá plenamente por ocasião da glorificação (I Jo. 3.2). Enquanto esse dia não chega, devemos continuar fazendo a obra de Deus, e trabalhando em prol da expansão do Seu reino.

BIBLIOGRAFIA
ICE, T., DEMY, T. (eds). Quando a trombeta soar. Porto Alegre: Actual Edições, 2015.
PENTECOST, J .D. Manual de Escatologia. São Paulo: Vida, 2002. 

quinta-feira, janeiro 7

CONFEPE 2016 ! ! !


Assembleia de DEUS em Serra do Mel realiza a III Confepe, participe !!!

Em breve Programação !!!

7 atitudes que não deixam sua vida espiritual ser fervorosa

7 atitudes que não deixam sua vida espiritual ser fervorosa


Vidas espirituais vazias, às vezes até mesmo inexistentes. Ou também vidas espirituais de fachada. Essa é a realidade de muitas pessoas. Isso acontece porque ter uma vida espiritual madura, firme e fervorosa não é algo fácil. Exige muito de nós. Exige dedicação e atitudes firmes e cheias de propósito. 

Com o objetivo de ajudar os irmãos e irmãs que têm sentido suas vidas espirituais vazias e estagnadas, levantamos sete atitudes que não deixam sua vida espiritual ser fervorosa. Mude essas atitudes e terá uma vida espiritual fervorosa e abençoada na presença de Deus.

1) Você tem falta de objetivos

Responda a esta pergunta: quais são os seus objetivos espirituais para esse ano? Não sabe? Não se lembra? Não os planejou? É muito comum termos objetivos e metas traçadas em diversas áreas da vida (vida amorosa, profissional, financeira, familiar, etc). Mas é igualmente comum não termos metas e objetivos espirituais. Isso mesmo, vivemos sem metas espirituais e por causa disso caminhamos no estilo “deixa a vida me levar”. 

Obviamente, nossa natureza pecaminosa não nos levará para perto de Deus, mas para longe. Devemos ter objetivos espirituais bem firmados (ler a Bíblia todos os dias, orar, servir a Deus e ao próximo, ajudar os necessitados, etc). Isso nos ajudará a ter uma vida espiritual muito mais fervorosa

2) Você tem falta de planejamento da sua vida com Deus

Quem não planeja a sua vida acaba deixando que as próprias circunstâncias da vida te levem para um lado e para outro, e nem sempre elas te levarão para perto de Deus. Devemos ser autores da nossa história juntamente com Deus. Por isso, planejar nossas atitudes espirituais é muito importante. Você precisa planejar quando e como vai ler a Bíblia, orar, participar da obra de Deus, etc. Isso é muito importante para o fervor de sua vida com Deus.

3) Você procrastina as práticas espirituais

Procrastinar é o famoso “empurrar com a barriga”. Quando se fala em práticas espirituais geralmente aceitamos ir adiando os nossos planos. Não leio a Bíblia hoje, não leio amanhã, não leio depois de amanhã e assim vai indo. Vamos enrolando, o tempo vai passando e vamos nos tornando cada vez mais frios espiritualmente. Não podemos permitir que isso ocorra. As práticas espirituais devem ser valorizadas em nossa vida diária. Devem ser como o alimento diário que damos um jeito de consumir. Se deixarmos a procrastinação vencer, nossa vida espiritual está fadada ao fracasso.

4) Você sempre coloca a culpa do seu fracasso em algo ou alguém

Você está longe de Deus? Sim? De quem é a culpa? Ah, a culpa é do meu trabalho, da minha família que exige muito de mim, dos meus muitos compromissos, etc. Na realidade, achar culpados é uma forma infantil de não encarar a realidade: a culpa é sua! Sim, se a sua vida espiritual está ruim você é o único culpado. Aceitar isso é o primeiro passo para começar a tomar as rédeas da vida e tomar decisões que gerem mudanças concretas. Quem acha que a culpa é sempre dos outros ou de alguma coisa, nunca consegue mudar, nunca consegue evoluir, pois está tapando o sol com a peneira.

5) Você apenas reclama e nunca age

Reclamar de algo que está ruim sempre nos parece a melhor saída. Quando pequenos essa é a estratégia que mais funciona. Quer leite? Chore e reclame que a mamãe virá imediatamente. Está insatisfeito? Chore que a mamãe vem resolver. Mas a vida adulta não é assim. Chorar e reclamar pouco resolve. Atitudes inteligentes resolvem. Muitos crentes não têm vida espiritual porque apenas choram e reclamam. Não fazem nada para mudar. Não agem. Isso os leva a uma vida espiritual cada vez mais infrutífera, pois Deus não fará a parte que nos cabe.

6) Você não coloca Deus em primeiro lugar em sua vida

Na teoria todos nós conhecemos aquele versículo de Mateus 6:33, que nos ensina a buscar o reino de Deus em primeiro lugar. Mas e na prática? Na prática, na maioria das vezes, Deus é apenas uma tradição em nossa vida. Não é uma presença viva. Não faz parte da nossa vida de verdade. Isso porque não vivemos como se Deus e o Seu reino fosse realmente o centro de nossas vidas. Colocamos outras coisas no centro e o resultado é inevitável: uma vida espiritual fria e descompensada. Para uma vida espiritual fervorosa Deus deve estar no lugar Dele, no centro de tudo e de todas as nossas decisões e práticas.

7) Você cultiva um ou mais pecados de estimação

Pecados de estimação são aquelas práticas que nós gostamos, que sabemos que são pecado, mas que mantemos em nossa vida porque, de alguma forma, elas nos trazem alguma vantagem ou prazer. Cultivar esses pecados é um balde de água fria em nossa vida espiritual. Isso porque sabemos que o pecado faz separação entre Deus e nós (Isaías 59:2). Dessa forma, acabamos por agir como hipócritas, querendo ter uma vida espiritual fervorosa, mas tendo um coração entregue ao pecado. 

As duas coisas juntas não conseguem permanecer em nosso coração. Uma exclui a outra. Uma vida espiritual fervorosa se baseia em uma luta fervorosa contra o pecado e a favor da santificação.

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Presbítero André Sanchez
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