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Leia a bíblia

sexta-feira, julho 31

EBD 3º TRIMESTRE LIÇÃO 05: APOSTASIA, FIDELIDADE E DILIGÊNCIA NO MINISTÉRIO



EBD LIÇÕES PARA A VIDA


Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD





 Texto Áureo  I Tm. 4.1  – Leitura Bíblica  I Tm. 34.1-16

INTRODUÇÃO
Na aula de hoje estudaremos a partir dessa seção da I Epístola a Timóteo os perigos das heresias. Em seguida, exortaremos, com o apóstolo Paulo, quanto à importância de permanecer na sã doutrina. Ao final, com base nessa mesma Epístola, ressaltaremos a necessidade de manter-se fiel e diligente no ministério que o Senhor nos confiou. Atestaremos, após esse estudo, que a mensagem do Apóstolo se aplica aos dias atuais, marcados por heresias que comprometem a verdade do evangelho. 

1. A APOSTASIA DOS ÚLTIMOS DIAS
As falsas doutrinas costumam entrar sorrateiramente no seio da igreja cristã, e na maioria das vezes, deixam de ser percebidas. O fundamento das heresias geralmente é moral, não necessariamente teológico. A teologia ortodoxa tem sofrido por causa de muitas pessoas que advogando uma nova revelação, se afastam dos ensinamentos bíblicos, tão somente para respaldar seus desvios da Palavra. Os falsos mestres dos tempos de Paulo não temiam a Deus, por isso viviam em lassidão, deixaram de sentir os danos do pecado. A consciência deles estava cauterizada (gr. kauteriazo), isto é, perdeu a sensibilidade. Nenhum cristão convicto da sua fé deve ser acostumar com o pecado, antes devemos odiá-lo em nós mesmos, e buscar viver em santificação. Por outro lado, precisamos ter cautela para não entrar pelo caminho do ascetismo. A heresia que estava se espalhando em Éfeso proibia o que Deus havia criado para o ser humano, até mesmo o casamento. Em Gn. 1.28 e 9.3 atestamos que tanto o casamento quanto a alimentação foram criados por Deus, não apenas para a reprodução e nutrição, mas também para o prazer. O casamento, ao contrário do que postula a filosofia relativista, foi instituído por Deus, de acordo com Seus parâmetros (Gn. 2.18; 2.24; Mt. 19.3-12; I Co. 7.1-24). O próprio sexo dentro do casamento é legítimo, pois venerado é o leito sem mácula (Hb. 13.4). No que tange ao ascetismo, é preciso ter cuidado, pois muitos que proíbem demais, estão se firmando não na graça de Deus, mas em méritos legalistas (Cl. 2.8-11). O ascetismo exagerado pode se tornar um motivo de vaidade, e uma tentativa de deixar de depender da providência divina. Jesus ressaltou que todos os alimentos são puros (Mc. 7.14-23), isso também foi ensinado por Pedro (At. 10), e confirmado por Paulo (I Co. 10.23-33). O vegetarianismo, por exemplo, pode ser uma opção pessoal, mas sem qualquer valor espiritual (Rm. 14.1,2), é preciso, no entanto, ser ponderado, para não ferir a consciência dos mais fracos (Rm. 13.13-24).

2. A IMPORTÂNCIA DA SÃ DOUTRINA
Uma das melhores maneiras dos pastores evitarem a heresia é investir na formação bíblica da sua igreja, através do estudo e meditação, enfatizando a sã doutrina. Inicialmente faz-se necessário que esses se posicionem em relação aos ensinamentos falsos, e os denunciem perante a igreja. Há pastores que não fazem mais apologética, se acostumaram de tal maneira às falsas doutrinas que perderam o foco espiritual. Os ministros são verdadeiros servos (gr. diakonos) da igreja, servindo a mesa com o genuíno alimento espiritual. Mas para isso eles mesmos precisam investir no estudo bíblico, pois somente serão pastores-mestres se se tornarem alunos. O conhecimento da verdade é a única maneira de combater o erro, ninguém pode identificar o falso se antes não tiver contato com o verdadeiro. Algumas doutrinas estão sendo disseminadas nas igrejas evangélicas brasileiras que nada têm de bíblicas. Há líderes de renome nacional que disseminam suas ideias, sem que essas tenha respaldo bíblico. A teologia da ganância, normalmente denominada de prosperidade, é um equívoco. O acúmulo de riquezas nada tem a ver com espiritualidade, ninguém é mais ou menos crente pela quantia que tem ou deixa de ter. Por outro lado, alguns estão confundido marxismo com cristianismo, e adotando uma pauta ideológica que também não se fundamenta na Palavra. O evangelho de Cristo não está alicerçado no pensamento individualista e consumista da direita, e muito menos no pensamento materialista e coletivista da esquerda. O evangelho dá ao homem a responsabilidade de escolher, inclusive de decidir se distanciar de Deus, ainda que tenha que colher o fruto do que plantou (Gl. 6.7). De igual modo, devemos ter responsabilidade social, pois Cristo nos chamou para viver no mundo, e nos identificar com aqueles que passam por necessidade (Lc. 4.18; Mt. 11.5). Os cristão que se preocupam com as causas sociais, e que se respaldam na ortodoxia bíblica, devem ser respeitados sem que sejam rotulados de adeptos da esquerda.

3. FIDELIDADE E DILIGÊNCIA NO MINISTÉRIO
Espera-se que o pastor seja fiel aos seus líderes, o princípio da autoridade deve ser respeitado. No entanto, nenhum líder deve se submeter a doutrinas que não tenham fundamento bíblico. Há pastores que sob a justificativa de que são autoridade suprema querem inserir “fábulas profanas” dentro das igrejas. Há líderes que adoram as novidades, vivem buscando saber qual o movimento da moda, para não ficarem ultrapassados. Faz-se necessário identificar e refutar os contradizentes, isto é, os que não seguem o evangelho, e que estão indo após ensinamentos falsos (Tt. 1.14; II Tm. 4.4). A norma basilar de autoridade na igreja evangélica é a Palavra de Deus, todos estão submissos a ela, pastores e mestres. No catolicismo é a tradição que dita as regras da igreja, mas não na orientação protestante. Todos aqueles que assumem a tribuna devem fazê-lo com temor e tremor, cientes de que prestarão contas a Deus a respeito do que anunciam. Ao mesmo tempo, a fidelidade à liderança da igreja é um pressuposto, espera-se que um líder tenha outros líderes, a fim de prestar-lhe obediência. Mas essa deve se firmar nas Escrituras, pois elas são a norma de fé da igreja cristã. O pastor também deve ser um homem piedoso (gr. eusebeia), dedicado à vida espiritual. Isso quer dizer que o obreiro do Senhor deve ser reverente, por isso deve separar tempo para se dedicar à leitura da Bíblia e à oração. O cuidado com o corpo também é necessário, pois esse é templo do Espírito Santo (I Co. 6.19,20) e instrumento para o serviço (Rm. 12.1,2). O foco do pastor não está no culto ao corpo, mas em uma vida espiritual, na intimidade diária com Deus, pondo sua esperança no Deus Vivo (I Tm. 4.9-11). O pastor deve ser um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza, e também no estilo de liderança, sem agir como dominador do rebanho (I Pe. 5.3). Os pastores jovens não devem ser desprezados pelos mais velhos (I Tm. 4.12), antes admoestados para que cresçam no ministério do Senhor.

CONCLUSÃO
Por fim, Paulo recomenda a Timóteo, e se aplica à liderança da igreja atual, que se dedique à leitura pública das Escrituras (I Tm. 4.13), tal como faziam os sacerdotes em Israel (Ne. 8.8). Isso tem a ver com a exposição bíblica, prática que está sendo abandonado nas igrejas evangélicas. Faz-se necessário ler, explicar e aplicar as Escrituras, essa é a base de sustentação da igreja. Devemos fazê-lo não apenas dependendo da meditação (I Tm. 4.15), mas também do poder (gr. carisma) do Espírito Santo (I Tm. 4.14). É fundamental ensinar e viver o que se ensina, é assim que se cuida de si mesmo e da doutrina (I Tm. 4.16).

BIBLIOGRAFIA
GOUD, D. 1 & 2 Timothy/Titus. Nashville: B & H, 1997.
LOPES, H. D. 1 Timóteo: o pastor sua vida e obra. São Paulo: Hagnos, 2014.

segunda-feira, julho 27

Vigie e saque a arma!


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A vigilância precede a oração. Quando Jesus orienta seus discípulos: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação” está orientando a eles uma sequência de ação muito poderosa.
Quando estamos vigilantes, percebemos situações que não perceberíamos se estivessemos numa postura relaxada. Percebemos aquilo que nos ameaça, que tenta nos prejudicar. Enxergamos o “leão que ruge procurando alguém para devorar” (1 Pe 5. 8)
A vigilância é o passo número 1 da orientação de Jesus.

Mas a vigilância não é nada sem a oração. Apenas vigiar faz de nós pessoas que contemplam as ameaças e não fazem nada para se defender. Simples presas desarmadas.

A oração é um atestado que nós mesmos atestamos, dizendo que por nós mesmos não temos a capacidade plena para resistir as ameaças. Vemos os perigos e enxergamos nossa pequenez.

Então entra o segundo passo: Oramos, confiados em Deus. Falamos com o Pai, expomos aquilo que estamos vendo, que nos atemoriza, que nos apavora, que nos ameaça…
Sabemos que o Pai tem todo o poder para nos fortalecer e nos fazer “mais que vencedores” (Rm 8. 37)

Essa é a atitude que Cristo quiz nos ensinar. Essa é a atitude que devemos ter. Nenhum de nós deve se fazer de super-herói, pois não o somos. A vigilância  e dependência de Deus através da oração é a chave da vitória sobre o pecado.

Assim, após a vigilância, saque a sua arma mais poderosa: A oração


Fonte: Presbítero André Sanchez
www.esbocandoideias.com

sábado, julho 25

SANTA CEIA DO SENHOR É HOJE NÃO PERCA



Hoje 25 de julho de 2015, a tarde a reunião para os Obreiros e a noite teremos mais um culto de Santa Ceia, não perca !!!!

sexta-feira, julho 24

ATENÇÃO PARA O CRONOGRAMA DA NOSSA III GINCANA DA UMADESM




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CRONOGRAMA DA III GINCANA DA UMADESM


PROVAS:


1ª_ INICIO 9:00 HS  ( 500 ) QUEM NÃO CHEGAR NO HORÁRIO NÃO GANHA.

2ª_ NOME DA EQUIPE COM JUSTIFICATIVA (50, 100, 150 PONTOS)

3ª_ ORGANIZAÇÃO (1000) OBS: CADA COMPONENTE QUE ESTIVER SEM A CAMISA OFICIAL DA GINCANA DE ACORDO COM SEU GRUPO, PERDERÁ 50 PONTOS.

4ª_ GRITO DE GUERRA (100, 200, 300)

5ª_ ESCOLHA COM JUSTIFICATIVA E DESFILE DE MASCOTE (200, 300, 500)


6ª_ PARODIA SOBRE 1ª EPÍSTOLA DE JOÃO (200, 300, 500)

7ª_ COREOGRAFIA TEMA LIVRE (200, 300, 500)

8ª_ PERGUNTAS BÍBLICAS SOBRE A 1ª EPÍSTOLA DE JOÃO (20 PONTOS CADA)

9ª_ PROVAS SURPRESAS 


10ª_ 2 PERGUNTAS SURPRESAS PARA CADA GRUPO ( 100 CADA )

quinta-feira, julho 23

EBD 3º TRIMESTRE LIÇÃO 04: PASTORES E DIÁCONOS

EBD LIÇÕES PARA A VIDA


Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD





Texto Áureo  I Tm. 3.2  – Leitura Bíblica  I Tm. 3.1-13

INTRODUÇÃO
A primeira parte do capítulo 3 da Primeira Epístola de Paulo a Timóteo apresenta orientações a respeito do pastorado e do diaconato. Na aula de hoje estudaremos a respeito desses ministérios, com vistas à edificação do corpo de Cristo. A princípio, destacaremos a função do pastorado, que a princípios era delegada aos presbíteros, enquanto supervisores da obra, e ministradores da palavra. Em seguida, atentaremos para o ministério dos diáconos, ressaltando, sobretudo, seu chamado para o serviço cristão.

1. O MINISTÉRIO PASTORAL-PRESBITERAL-EPISCOPAL
O dom ministerial de pastor é necessário por diversos motivos, dentre eles, a importância de manter a decência e ordem no culto, atentando para os elementos litúrgicos da celebração (I Co. 14.40). Além disso, existem falsas doutrinas que se proliferam, ameaçando a integridade do evangelho. O pastor tem responsabilidade apologética, de proteger o rebanho dos falsos mestres, os lobos que querem devorar as ovelhas (Tt. 1.11; II Pe. 2.1). Mas é no cuidado individual das ovelhas que o pastor exerce com maior propriedade o seu ministério, principalmente quando alguma delas se encontra enfermas (Tg. 5.14). É nesse particular que o ministério de pastor se diferencia dos demais de Ef. 4.11. Cabe ao pastor a tarefa de dar acompanhamento pessoal às suas ovelhas. Em Jo. 21.15-17 Jesus orienta Pedro em relação à adequação do ministério pastoral. Ele deveria apascentar primeiramente instruir as ovelhas no caminho, não deixando de prover alimento apropriado para o crescimento saudável. É triste testemunhar que nos dias atuais muitos procuram o título de pastor, sem qualquer interesse nesse importante ministério. A elitização do pastorado tem causado muitos males à igreja, principalmente depois que se criou a figura dos “pastores-presidentes”. Ninguém quer mais ser um simples pastor, como foi Jesus, que se sacrificou pelo rebanho. O dom ministerial de pastor é necessário por diversos motivos, dentre eles, a importância de manter a decência e ordem no culto, atentando para os elementos litúrgicos da celebração (I Co. 14.40). Além disso existem falsas doutrinas que se proliferam, ameaçando a integridade do evangelho. O pastor tem responsabilidade apologética, de proteger o rebanho dos falsos mestres, os lobos que querem devorar as ovelhas (Tt. 1.11; II Pe. 2.1). Mas é no cuidado individual das ovelhas que o pastor exerce com maior propriedade o seu ministério, principalmente quando alguma delas se encontra enferma (Tg. 5.14). É nesse particular que o ministério de pastor se diferencia dos demais de Ef. 4.11. Cabe ao pastor a tarefa de dar acompanhamento pessoal às suas ovelhas. Em Jo. 21.15-17 Jesus orienta Pedro em relação à adequação do ministério pastoral. Ele deveria apascentar primeiramente instruir as ovelhas no caminho, não deixando de prover alimento apropriado para o crescimento saudável. É triste testemunhar que nos dias atuais muitos procuram o título de pastor, sem qualquer interesse nesse importante ministério. Na verdade, a busca desenfreada por posição eclesiástica, tem causado muitos danos à igreja institucionalizada. É imprescindível que o pastor tenha conhecimento da Palavra, pois como irá doutrinar se não tiver fundamentação bíblica? Não podemos esquecer que toda Escritura é divinamente inspirada, e é a partir desta que o obreiro está preparado para toda boa obra (II Tm. 3.16,17). Se quisermos ser obreiros aprovados por Deus, inclusive no ministério pastoral, devemos manejar bem a palavra da verdade (II Tm. 2.15). Atualmente há muitas exigências para o ofício de pastor, mas que não têm respaldo bíblico, não se fundamentam nas recomendações paulinas (Tt. 1.7-11). Há igrejas que substituíram o modelo pastoral bíblico pela administração empresarial. Alguns pastores são reconhecidos não pela capacidade de apascentar, mas pela produtividade organizacional, pelos lucros que trazem às igrejas. Seguindo o exemplo de Jesus (Jo.13.1-17), o que mais se espera de um pastor é que esse seja amoroso, que apascente o rebanho com cuidado (I Pe. 5.1-3).

2. A ATUAÇÃO DOS DIÁCONOS NA IGREJA
Em sentido específico, o diácono é um ofício na igreja cristã, referido por Paulo em Fp. 1.1; I Tm. 3.8,12.  A esse respeito é preciso fazer a distinção entre o uso amplo do termo diácono, englobando as mulheres, como o caso de Febe (Rm. 16.1), e o restrito, relacionado ao oficío eclesiástico (I Tm. 3.8-13). A instituição do diaconato na igreja aconteceu em virtude do crescimento, demandando atitudes para sua administração. Os helenistas da igreja argumentavam que as viúvas gregas estavam sendo preteridas da assistência social (At. 6.1). Para resolver esse importante negócio os diáconos foram escolhidos, a fim de que os apóstolos pudessem se dedicar mais à Palavra. Isso quer dizer que eles acumulavam as atribuições, faziam mais do que podiam. Ministros centralizadores acabam por arcar com as consequências da liderança insegura. Há pastores que estão sobrecarregados com tantas responsabilidades, querem suprir todas as carências da igreja sozinhos, por causa disso comprometem a integridade física e espiritual. A opção dos apóstolos para a solução desse problema na igreja foi a escolha de sete homens, a maioria deles helenistas, para cumprir essa função social. Os apóstolos não tiveram receio de partilhar a organização da igreja com os cristãos gregos. Entre esses se encontrava Estevão, um diácono que não se restringiu apenas em servir às mesas. Ele era um diácono cheio do Espírito Santo e de sabedoria (At. 6.3,10), cheio de fé (At. 6.5) e de poder (At. 6.8). Os diáconos da igreja, seguindo o exemplo de Estevão, não precisam ficar restritos ao trabalho social. Eles podem, com ousadia e intrepidez do Espírito, testemunhar do evangelho de Jesus (At. 1.8). Na seleção dos diáconos para o serviço na igreja deveriam ser observadas as seguintes qualificações: 1) respeitável – seu caráter deveria ser digno de imitação, levando suas atribuições a sério, não podiam apenas ocupar um cargo; 2) de uma só palavra – não deveria ser dado às conversas fúteis, tratava-se de uma pessoa digna de confiança; 3) não inclinado ao vinho – naquela região era comum as pessoas se embriagarem, os diáconos deveriam fugir da bebedeira; 4) não cobiçoso – a ganância tem conduzido muitos líderes à ruina, os diáconos deveriam se distanciar dessa prática, tendo em vista que é também da sua responsabilidade arrecadar as ofertas na igreja; 5) íntegros na doutrina – precisam ser conhecedores da Palavra de Deus, atentarem para as Escrituras, e sua conduta em piedade; 6) testado e experimentado – a vida dos candidatos ao diaconato deve ser provada, quando alguém assume um cargo de liderança sem ser provado pode decepcionar toda a congregação; 7) exemplo no lar – a esposa do diácono é parte do seu ministério, sua família deve ser um exemplo de piedade, sua mulher deve contribuir com o serviço diaconal; e 8) disposição para o trabalho – o diaconato é mais do que um título eclesiástico, as pessoas que são separadas para esse trabalho devem exercê-lo na igreja, com disposição e humildade.

CONCLUSÃO
O princípio da liderança servidora, que tem fundamentação bíblica, precisa ser resgatado em nossas igrejas. O modelo empresarial de liderança está desgastando muitos obreiros, alguns deles, ao invés de perceberem o ministério como serviço, estão procurando apenas status. Nos dias atuais, como nos tempos de Jesus, precisamos continuar orando para que Deus envie verdadeiros ceifeiros para sua seara (Mt. 9.38), pessoas realmente comprometidas com o Reino de Deus, não apenas com sua posição eclesiástica.

BIBLIOGRAFIA
PLATT, D., AKIN, D., METIDA, T. Exalting Jesus in 1 & 2 Timothy and Titus. Nashiville: B &H Publishing Group, 2013.
STOTT, J. A mensagem de I Timóteo e Tito. São Paulo: ABU, 2004.

terça-feira, julho 21

Ilustrações Cristãs: Um ateu que se encontrou com Deus

Ilustrações Cristãs: Um ateu que se encontrou com Deus

Um farmacêutico, dono de uma grande rede de farmácias de manipulação de medicamentos, se vangloriava de tudo que tinha conseguido com a força de seu trabalho e também pelo fato de ser ateu desde sua tenra idade, não precisando se apoiar em um “Deus” como as demais pessoas fracas. Ele acreditava que Deus era uma invenção, uma fantasia criada para enganar pessoas sem cultura e sem conhecimento.

Certo dia, estava dando atendimento em uma de suas farmácias, quando recebeu uma pequena garota com uma receita em mãos. Ele fez sinal para a atendente para que deixasse que ele mesmo faria 

– Olá, garotinha, qual é o seu nome?
– Ana.
– Por que você está com o rostinho tão triste?
– Porque preciso com muita urgência deste remédio, pois o médico disse que minha mãe só vai sobreviver se começar a tomar este medicamento o mais rápido possível.
– Você veio a pessoa certa, Ana. Vou preparar rapidamente esse medicamente para você! Disse o farmacêutico ateu comovido com a história da menina.
– Prepare logo, moço, é um caso de vida ou morte!

O farmacêutico ateu, à toda pressa, pegou a receita, separou alguns compostos químicos e iniciou a mistura da fórmula do remédio. Em apenas alguns minutos tudo estava pronto. Ele embrulhou o remédio, recebeu o pagamento de Ana e entregou rapidamente o pacote a ela.
Então, o farmacêutico ateu, gabando-se de sua habilidade e rapidez, voltou até o laboratório para organizar os compostos que havia retirado da prateleira para preparar a fórmula.
Foi quando, de repente, ao olhar para um frasco sentiu um arrepio em sua coluna.

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– Não acredito! Exclamou o farmacêutico colocando as mãos na cabeça! Cometi um terrível engano! Em vez de usar uma certa substância a troquei por outra e isso transformou a fórmula que entreguei a Ana em um veneno mortal!

As pernas do farmacêutico bambearam, sua respiração ficou ofegante, ele saiu correndo da farmácia tentando achar a garotinha, mas nada, ela não estava em lugar algum. Ele entrou correndo na farmácia, andando de um lado para outro, tentando pensar no que poderia fazer. Foi quando um pensamento lhe ocorreu:

– E se Deus realmente existir? Já ouvi tantas pessoas falando que oram para ele e conseguem receber bênçãos das mãos Dele. E se ele existir?!
Ele, então, abaixa a sua cabeça e, baixinho, começa a dizer algumas palavras:

– Deus, se o Senhor existir, me perdoe. Eu cometi um grande erro! Se é verdade que o 
Senhor existe, faça alguma coisa para livrar aquela vida inocente que acabarei matando por causa da minha falta de atenção. Salva-me dessa terrível situação, eu imploro!
Ainda de cabeça baixa perto do balcão, o grande farmacêutico escuta alguém acionar a campainha buscando atendimento. Quando ergue os olhos, eis que está diante dele a garotinha que levara aquele veneno, com as mãos todas molhadas, cheia de cacos de vidro e com olhos cheios de lágrimas.

– O que aconteceu, Ana?
– Sem querer, enquanto estava indo levar o remédio para minha mãe, tropecei e derrubei o pacote e o vidro quebrou!
O farmacêutico levanta, e com o coração reanimado pelo que acabara de presenciar, entra novamente no laboratório e, dessa vez, com toda a atenção, preparar a fórmula que iria salvar a mãe de Ana.

Então, entrega o remédio nas mãos de Ana, dizendo que o novo vidro do remédio era um presente para ela e que desejava que sua mãe logo se curasse.

Daquele momento em diante, o farmacêutico, ex-ateu, resolveu procurar mais a fundo as respostas que desejava a respeito de Deus e prometeu nunca mais dizer que não cria em algo que ele não conhecia de fato.

fonte:Presbítero André Sanchez
www.esbocandoideias.com

Comitiva Pastoral de Mossoró em visita à Venezuela (1)


1
A Comitiva Pastoral da IEADEM (Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Mossoró), encabeçada pelo Pr. Francisco Cícero Miranda, e ladeado pelo pastores Wendell Miranda e José Alves de Freitas (“Zezinho”), está em visita pelo Campo Missionário na América Latina, sob sua supervisão – Venezuela, Paraguai e Uruguai.
Segundo relato do Pr. Wendell Miranda, “depois de 32 h de viagem entre conexões e esperas, chegamos em Caracas, de lá seguimos para Maracaibo onde inauguramos a casa pastoral e a congregação no bairro Trinitárias. 08 vidas aceitaram a Cristo e a alegria da igreja era estampada em cada rosto. Pr. Francisco Miranda, Pr. Jose Alves de Freitas e eu, estivemos nesta etapa. Depois seguimos com mais 5 horas de carro para Barquisimeto, com nosso Missionários Lira e Raimundo Nonato Medeiros. Foram dias de muito impacto. Igreja fortalecida e trabalho estruturado. Fizemos as consagrações de obreiros e inauguramos a congregação de Cuji, além de celebrar os 19 anos do Círculo de Oração. Dias de constatação da importância de apoiarmos as Missões, muitas vidas estão sendo transformadas pelo evangelho. Oremos pela Venezuela.”
Fotos e Legendas: Pr. Wendel Miranda
49
Chegando…
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Almoço na casa do Missionário Enéias
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Comitiva pastoral e missionários em Trinitária
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Pr Francisco Miranda, Missionário Alberico e o casal Delgado e esposa, dirifentes de Trinitária
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Casa pastoral levantada no bairro de Trinitária. Bairro precisava de um obreiro morando no local. Delgado e Esposa aceitam o desafio. Um dos bairros mais violentos da cidade recebe a influencia do evangelho para transformar as vidas. O apoio de uma familia pastoral na area fará diferença; é o apoio de servos de Deus influenciando
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Inauguração da casa pastoral
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Depois da inauguração da casa pastoral , uma caminhada até o templo levantado no bairro. Tres quadras da casa. Louvores e muita alegria no Senhor
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Enfrente ao Templo Levantado. Inauguração da congregação de Trinitária
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Tudo começou com elas.As crianças. As primeiras ações no bairro foram com as crianças. Hoje inauguramos um trabalho estruturado. Estive aqui há dois anos atras, não tinha nada disto. Tinha as crianças
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Posse do Dirigente Delgado e sua familia em Trinitária
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Saindo de Maracaibo para Barquisimetro. 5 Horas de estrada, com a graça de Deus. Lá vamos
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Olha o adesivo que encontramos no carro que nos levava
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Chegamos na conngregação de LOS ANGELES dirigida pela MisionárioRaimundo Nonato Medeiros culto abençoado e alegre
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19 anos de Circulo de oração em Barquisimentro — em Tamaca, Lara, Venezuela
8485868788
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Obras de expansão e estruturação do Templo —  com Jose Lira em Tamaca, Lara, Venezuela
90919294
Inauguração da Congregação de Cuji — em Tamaca, Lara, Venezuela
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Consagração de Obreiros
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Em seguida postaremos as fotos da visita ao Paraguai.


fonte: oassembleano.com
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