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Leia a bíblia

segunda-feira, outubro 20

Campanha de Oração no Templo Sede





!!! Atenção Serra do Mel !!!

Amanha estaremos dando continuidade a Campanha de Oração em prol do nosso 16º Congresso de Mocidade, com o tema Jovens ! Provisão de DEUS para essa Geração. 1 Samuel 16.1. , então se sinta mais que convidado para junto conosco adorar a DEUS. é toda terça feira não perca . . . 

Nesta terça estará conosco o pregador Francisco Pablo da AD Mossoró e junto com ele tamb~em o cantor Jonatan Queiros. alem da Cantora Kamila kárene da Mocidade mais linda do Brasil o Conjunto Flores Do Cèu.

EBD 4º TRIMESTRE LIÇÃO 4: A PROVIDÊNCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA





EBD

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD







Texto Áureo Dn. 3.17 – Leitura Bíblica Dn. 3.1-14


INTRODUÇÃO
No capítulo 3 de Daniel nos voltaremos para a instituição da religião humana. Veremos que Nabucodonosor decidiu construir uma imagem e que essa deveria ser adorada. No entanto, os servos de Deus, em obediência a Sua palavra, decidiram ser fiéis ao Senhor, e não se prostraram diante dela. Além de ressaltar a fidelidade de Ananias, Mizael e Azarias, destacaremos a providência divina, quando os jovens foram lançados na fornalha de fogo, para serem mortos.

1. A RELIGIÃO DE NABUCODONOSOR
Em Dn. 3, Nabucodonosor, em sua embriaguez pelo poder, constrói uma estátua. Ele pensava ser um deus, não se contentou em ser apenas humano. Esse é o princípio do pecado, tanto Lúcifer (Is. 14.14) quanto Adão e Eva quiseram ser iguais a Deus (Gn. 3.5).  A famigerada fome pelo poder tem levado alguns líderes a atitudes insanas. Alimentados pela bajulação, até mesmo os líderes evangélicos tem caído nesse pecado. Ainda bem que existem aqueles que não se dobram diante desse servilismo. Os cultos às celebridades evangélicas estão causando estragos às igrejas. Há aqueles que se negam a cultuar o ser humano, dando-lhe a glória que somente pertence a Deus. A religião de Nabucodosor se destaca pelo totalitarismo, apenas a sua palavra é final, com ninguém se aconselha. A consciência dos seus súditos é controlada a fim de manter sua opressão. Esse tipo de liderança é perigosa, porque escraviza as pessoas, e as coisifica (Dn. 3.7,8). Esse tipo de religião não vê pessoas, apenas súditos a serem usados, que podem ser descartados. Muitas pessoas estão sofrendo, algumas delas fazendo tratamento médico, por causa de feridas causadas em nome de Deus. Uma marca dessa religiosidade babilônica é a intriga, o pouco caso em relação aos outros. Existem inclusive aqueles que trabalham para denunciar aqueles que não se dobram diante do autoritarismo. A inveja é a principal moeda nessas religiões neuróticas e adoecedoras (Dn. 3.12). Os vassalos do rei denunciaram os jovens servos de Deus, a fim de tirar proveito daquela condição. A fidelidade a Deus, no entanto, deve ser  inegociável, ainda que venhamos a perder privilégios. Mais importante que está no auge é se encontrar no centro da vontade de Deus (Rm. 12.1,2). Nem sempre a maioria tem razão, a verdade está na Palavra de Deus, essa é a voz de Deus. A religião de Nabucodonosor é farisaica, e foi denunciada por Jesus, por causa do culto ao exterior, em detrimento do interior (Mt. 23).

2. A FIDELIDADE DOS SERVOS DE DEUS
Como testemunhas de Deus, devemos nos posicionar, mesmo diante de ameaças (Dn. 3.15). Há crentes que têm medo de perseguições, por isso buscam conveniências, às vezes fazendo concessões. A igreja não deixa de crescer durante a perseguição, muito pelo contrário, temos testemunhos de fidelidade justamente em tempos adversos. Devemos orar pela paz, e buscar viver bem em sociedade, mas é preciso ter cuidado, para não transformar a comodidade em comodismo. A defesa da nossa fé não precisa ser odiosa, devemos demonstrar mansidão (I Pe. 3.15), e amor, até mesmo aos inimigos (Mt. 5.44-48). A igreja de Jesus Cristo está susceptível às perseguições (II Tm. 3.12). Ainda que no futuro leis sejam aprovadas, contrárias aos fundamentos da fé cristã, não assumiremos os valores defendidos e praticados pelo mundo (I Jo. 5.19). As consequências poderão ser desafiadoras, mas devemos permanecer firmes, como fizeram os jovens na Babilônia (Dn. 3.17,18). Os cristãos continuarão a viver a partir dos princípios divinos, independentemente das circunstâncias. A morte não deve ser motivo de temor, pior que a morte é um cristianismo medíocre, que não se compromete com a verdade divina (Mt. 10.28). Nesses dias que antecedem ao pleito eleitoral, tenhamos cuidados para não nos dobrarmos diante de ideologias humanas. Também sejamos cautelosos para não nos tornarmos meros moralistas, julgando os pecadores sem dar-lhes a oportunidade de arrependimento. Se por um lado, muitos estão se dobrando diante do deus-imoralidade, outros estão, com a maior naturalidade, se deixando conduzir pelo deus-mamom. O mesmo Deus que reprova os pecados sexuais (Mt. 5.32)  também censura os adoradores do dinheiro (Mt. 6.24; I Tm. 6.10).  Somente Deus deve ser adorado, essa é a mensagem contundente de Jesus, profética para os dias atuais (Mt. 4.10).

3. A PROVIDÊNCIA DO SENHOR
Os jovens, fiéis servos do Senhor, foram lançados na fornalha de fogo ardente, resultante da fúria insana de Nabucodonosor (Dn. 3.15). Ele mandou aquecer a fornalha sete vezes (Dn. 3.19) e mandou amarrá-los antes de lança-las no fogo (Dn. 3.20). Nem sempre Deus livra os seus servos da fornalha, mas na fornalha (Is. 43.1-30). Os cristãos que não querem mais sofrer, e que fogem da possibilidade de perseguição, não compreenderam o preço do discipulado (Mt. 16.24). Há uma cruz a ser carregada, com C. S. Lewis, não recomendamos o cristianismo a quem quer uma religião confortável. A fé cristã nos tira do lugar comum, nos lança diante da adversidade, também da incompreensão. Por causa da nossa fé, podemos ser tratados como a escória do mundo, não poucas vezes assumidos como loucos (I Co. 1.17-23). Mesmo diante das perseguições, podemos confiar em Deus, Jesus prometeu estar conosco (Mt. 28.20). Justamente nas horas mais adversas, quando somos perseguidos por causa do amor a Cristo, sentimos mais de perto a Sua presença. Aqueles que são perseguidos na defesa do evangelho são bem-aventurados (Mt. 5.11,12). Deus promete, no meio da perseguição, nos dá o escape, mesmo que esse venha com a morte. A galeria dos heróis da fé de Hb. 11 é uma demonstração dessa verdade. O Senhor pode decidir ser glorificado através da passagem dos seus servos para a eternidade. Estevão se tornou o primeiro mártir da fé cristã, mas para isso precisou sacrificar a própria vida, por amor a verdade do evangelho de Jesus Cristo (At. 7.51-60). Mas o Senhor pode soberanamente dar o livramento nesta vida, de maneira providencial como fez com os jovens judeus na Babilônia (Dn. 3.24,25). Mas eles não foram salvos para a glória pessoal, antes para dar glória a Deus (Dn. 3.26).

CONCLUSÃO
Nabucodonosor reconheceu que o Deus de Ananias, Misael e Azarias era o Deus Poderoso (Dn. 3.28,29). As atitudes da igreja, em todo o tempo, como sal da terra e luz do mundo (Mt. 5.13,14), devem apontar para Cristo. Ele é Cabeça da Igreja, e nós, como corpo, devemos agir a partir dos Seus princípios. Uma igreja cristã autêntica tem compromisso com a Cabeça, não em agradar a líderes meramente religiosos (Cl. 1.18). Ainda que sejamos perseguidos, estamos certos que nada nos separará do amor de Cristo (Rm. 8.39-37).

BIBLIOGRAFIA
DAVIS, D. R. The message of Daniel. Downer Grove: InterVersity Press, 2013.
WEIRSBE, W. Be resolute: Daniel. David Cook: Ontario, 2008.

sexta-feira, outubro 17

Cruzada Evangelística Mossoró Para Cristo, edição XIX


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A Cruzada Evangelística Mossoró Para Cristo, edição XIX, presidida pelo Pr. Francisco Miranda, com coordenação do Pr. Wendel Miranda, iniciou neste domingo (12).

Apresentando a temática: “O Evangelho é Vida”, o evento se estenderá até o dia 18, com intensas programações diárias: Concentrações evangelísticas, evangelismo pessoal, tenda do avivamento, arena social e espaço alegria; e participações dos pregadores: Jonas Gomes (SP), Genival Bento (AL), Ben Hur Lopes (CA) e Adriano Mendes (DF); e dos cantores: Eli de Jesus (RN), Chagas Sobrinho (RN) e Alice Maciel e banda (PE).

O “Mossoró Para Cristo” é, sem dúvidas, a maior realização evangelística do estado.

segunda-feira, outubro 13

5º Festival de Prêmios "Natal Abençoado".


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5º Festival de Prêmios "Natal Abençoado".
#Compartilhe e nos ajude a divulgar!

* Participações: 
- Cantor Chagas Sobrinho
- Cantora Kamila Káren



* Mais Informações:
- Sorteio de 10 Prêmios. (Mais de R$ 8.000,000)
- Com 1 Bilhete de apenas R$ 5.00 você participa dos 10 sorteios.
- Data: Dia 30 de Dezembro (Terça-feira) a partir das 19:00 hs.
- Local: Quadra Poliesportiva de Pataxó.

EBD 4º TRIMESTRE LIÇÃO 3: O DEUS QUE INTERVEM NA HISTÓRIA



EBD

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD







Texto Áureo Dn. 2.20,21 – Leitura Bíblica Dn. 2.12-23


INTRODUÇÃO
Na lição de hoje, a partir do sonho de Nabucodonosor, e da revelação de Daniel, veremos que Deus intervém na história. Inicialmente, destacaremos o mistério em relação ao sonho, considerando que o próprio rei não foi capaz de contá-lo. Mostraremos também as exigências descabidas do monarca, exigindo as vidas dos sábios do palácio, caso esses não descrevessem e interpretassem. Ao final, explicaremos que o Deus de Daniel, por conhecer e intervir na história, não apenas deu a interpretação ao Seu servo, mas também revelou o que o rei havia sonhado.

1. O SONHO DE NABUCODONOSOR
O sonho de Nabucodonosor, que se encontra em Dn. 2, nos dá uma visão panorâmica dos acontecimentos futuros. O monarca babilônico se encontrava em uma posição de opulência, depois de ter dominado toda a terra (Jr. 27.6,7). A Babilônia, por aquele tempo, se transformou na rainha das nações, a capital da civilização, o centro da cultura, a sede do comércio. Mas certa noite o rei teve um sonho perturbador, de modo que o fez perder o sono, justamente porque era incapaz de saber o conteúdo daquela visão (Dn. 2.1). Tratava-se de um sonho misterioso, que se encontrava no inconsciente do rei. Então mandou chamar os magos, astrólogos, encantadores e caldeus para que declarassem o que o rei tinha sonhado. Os sábios esperavam que Nabucodonosor revelasse o sonho, para que esse fosse interpretado por eles (Dn. 2.3,4). A língua utilizada por eles foi o siríaco, uma variação do aramaico, talvez uma maneira de mostrar identificação com o rei. Em tom de ameaça o monarca exige dos sábios uma interpretação, mesmo sem ter a capacidade de relatar o sonho. A crueldade desse rei é identificada em suas palavras “se me não fizerdes saber o sonho e a sua interpretação, sereis despedaçados” (Dn. 2.5). Por outro lado, ofereceu-lhes benefícios, caso fossem capazes de revelar e interpretar o sonho: “receberei de mim dons, e dádivas, e grande honra, portanto declarai-me o sonho e a sua interpretação” (Dn. 2.6). Os sábios insistiram para que o rei contasse o sonho, para que pudessem dar uma interpretação. Na verdade eles estavam tentando ganhar tempo, por não terem competência para fazê-lo. Essa é uma demonstração das limitações humanas em relação à revelação. Ninguém pode declarar as verdades ocultas de Deus, a menos que Ele mesmo decida revelá-las (Mt. 11.28; Dt. 29.29).

2. O FRACASSO DOS SÁBIOS DA BABILÔNIA
Os caldeus se expressaram, mostrando a incompetência humana diante daquele mistério (Dn. 2.10). Eles reconheceram que ninguém “sobre a terra” poderia declarar o sonho do rei, e nisso estavam corretos. A exigência do rei era difícil demais, apenas uma intervenção sobrenatural, vinda de Deus, poderia satisfazer a vontade do rei. Essa resposta deixou o rei irado, ao ponto de ordenar a matança de todos os sábios da Babilônia (Dn. 2.12,13). Aquele decreto resultaria inclusive na morte do jovem Daniel e seus amigos (Dn. 2.14). Ao invés de se exasperar, Daniel, com brandura, buscou aplacar a ira dos emissários do rei. O comportamento do jovem Daniel nos faz lembrar que a palavra branda desvia o furor (Pv. 15.1). Tenhamos cuidado para não tomar decisões precipitadas, muito menos nos adiantar nas palavras. Daniel resolveu pedir ao rei um tempo para que pudesse dar a interpretação do sonho. Aquele jovem sabia que em tempos de aflições, Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia (Sl. 46.1). Ele tomou a decisão de partilhar a situação com seus amigos, Hananias, Misael e Azarias, para que eles orassem em favor da situação. Como Daniel, e seus amigos, devemos confiar que Deus intervém na história através da oração. Como bem nos lembra Tiago, a oração do justo pode muito em seus efeitos (Tg. 5.16). Nenhum cristão, entre eles os jovens, não deve desprezar o valor da oração. O pragmatismo moderno tem distanciado os crentes das horas silenciosas, e dos momentos particulares de oração. A oração é a porta aberta para os céus (Lc. 3.21), o próprio Jesus orou, motivo suficiente para orarmos (Hb. 10.5-7). Daniel também é um exemplo de confiança na soberania de Deus. O Senhor conhece todas as coisas (Sl. 147.5), nEle está a profundidade da sabedoria (Rm. 11.33), em Cristo repousa a plenitude da divindade (Cl. 2.9).

3. DANIEL INTERPRETA O SONHO
Diante das autoridades, Daniel defendeu, com sabedoria, que Deus revela o profundo e o escondido, porque conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz (Dn. 2.22). Em seguida pede para ser introduzido à presença do rei, para trazer a interpretação do seu sonho (Dn. 2.24). Antes Daniel chama a atenção do rei, ressaltando que sua exigência foi despropositada, considerando que aquele segredo ninguém seria capaz de descobrir (Dn. 2.27). Existem pessoas, até mesmo entre os crentes, que assim como fez Saul (I Sm. 28), querem forçar determinadas revelações. Mas não adianta investir em profecias que não foram dadas por Deus, somente o Senhor tem as revelações (Dn. 2.28). Paulo lembrou a grandeza desse Deus no Areópago em Atenas (At. 17.23-25). E apelando a revelação do Senhor, Daniel declara que o rei sonhou com uma grande estátua de material heterogêneo. Os vários materiais daquela estátua tinham significados profundos, os quais foram revelados pelo profeta do Senhor. A cabeça de ouro representava o império babilônico, que durou de 606 a 539 a. C. Os braços e peito de prata representava o império medo-persa, que durou de 539 a 331 a. C. O ventre e as coxas de bronze representavam o império grego, que durou de 331 a 146 a. C. E as pernas e pés de ferro e barro o império romano que durou de 146 a. C. a 476 d. C. Daniel viu ainda que “uma pedra foi cortada sem mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e barro, e os esmiuçou” (Dn. 2.34). A pedra se refere a Cristo, em alusão às revelações do Senhor, em Seu sermão escatológico (Mt. 24.30). Isso acontecerá por ocasião da vinda de Jesus, a fim de despedaçar o governo do anticristo (Mt. 21.44). Esse será o momento em que o Reino de Deus, em sua plenitude, será inaugurado (Is. 2.2; Mt. 16.18; I Pe. 2.5), após a batalha do Armagedom (Ap. 17.14; 19.16).

CONCLUSÃO
Como um verdadeiro profeta de Deus, Daniel se negou a receber as recompensas oferecidas pelo monarca. O Senhor, no entanto, usou aquela oportunidade, a fim de concretizar Seu desígnio, em relação ao Seu povo. Em todas as circunstâncias devemos confiar em Deus, que continua se revelando, e dependendo da Sua soberania, certos que tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus, e que são chamados segundo Seu propósito (Rm. 8.28). Como Daniel, devemos ser humildes, reconhecendo que o Deus, além de revelar os mistérios ocultos, tem a história em suas mãos.

BIBLIOGRAFIA
SILVA, S. P. da. Daniel: versículo por versículo. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.
WEIRSBE, W. Be resolute: Daniel. David Cook: Ontario, 2008.

EBD 4º TRIMESTRE LIÇÃO 2: A FIRMEZA DO CARÁTER MORAL E ESPIRTUAL DE DANIEL

EBD


Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD











Texto Áureo Dn. 1.8 – Leitura Bíblica Dn. 1.1-20



INTRODUÇÃO
Conforme estudamos na lição anterior, após a queda de Judá perante a Babilônia, os jovens intelectuais foram levados cativos para aquela nação. É nesse contexto que encontramos Daniel, diante da adversidade e da oposição cultural em relação a sua fé. Na aula de hoje nos voltaremos para a firmeza moral e espiritual desse homem amado de Deus, que serve de exemplo de resistência, diante de culturas que não se coadunam com os princípios divinos. 

1. O FAVOR DE DEUS A DANIEL
Conforme destacamos em aulas anteriores, aconteceram várias deportações de judeus para a Babilônia. Daniel e seus amigos foram conduzidos a essa nação por volta do ano 605 a. C., quando tinham aproximadamente 15 anos, portanto, na juventude. Em Judá, por aqueles dias, a idolatria havia tomado conta da nação, as pessoas não tinham mais compromisso com a Palavra de Deus. Mesmo assim, conforme antecipou Isaias em sua mensagem profética, Deus sempre tem seu remanescente (Is. 7.3). Na igreja acontece a mesma situação, há aqueles que professam o nome de Deus apenas com os lábios, mas seus corações estão distantes do Senhor (Mt. 7.21-23). Felizmente existem aqueles que não se dobram diante das ameaças, e permanecem firmes diante do confronto cultural, sem fazer concessões em relação a sua fé. Assim agiram Daniel e seus amigos, que foram preparados providencialmente por Deus para enfrentarem aquela condição adversa, a fim de testemunharam da grandeza de Deus em meio a um contexto pagão (Dn. 1.6). Existem pessoas, como Moisés e Paulo, que são separadas por Deus de acordo com seu propósito, a fim de cumprir Seus desígnios e fazer Sua vontade (At. 7.22; 17.27; II Tm. 4.13). Os jovens da igreja não devem fugir da responsabilidade estudantil, devem se esforçar e se destacar diante dos colegas, pois Deus poderá utilizar-se dessa preparação para cumprir algum propósito (Dn. 1.20). Mas é necessário que se mantenham firmes em suas convicções, não fazendo concessões em relação aos seus princípios. Daniel se encontrava em um grande centro cultural, mas não permitiu ser aculturado, antes aproveitou aquela oportunidade para revelar o Deus de Israel aos babilônicos. Os jovens cristãos que adentram as universidades devem se esforçar, e darem o máximo para se destacarem, mas não podem esquecer-se da Palavra, e não trocarem a revelação pelas filosofias que ali imperam (Cl. 2.8).  

2. A ASCENÇÃO DE DANIEL NA BABILÔNIA
Daniel e seus amigos se encontravam no palácio do rei da Babilônia, sendo treinados para receberem a cultura daquela nação. O objetivo daquele treinamento era fazer com que os jovens se coadunassem a forma de pensar babilônica. Mas Daniel não entrou na forma daqueles que queriam moldá-lo de acordo com os padrões daquela cultura, ele sabia que estava sendo testado, e tomou a decisão de ser aprovado por Deus (II Tm. 2.15). Devemos lembrar das palavras de Paulo aos crentes de Roma, para que esses não se deixassem transformar em conformidade com o pensamento deste século, mas que experimentassem a boa, perfeita e agradável vontade de Deus (Rm. 12.1,2). Isso quer dizer que somos chamados, como Daniel, para viver em santidade, não apenas moralmente – fazendo a distinção entre o certo e o errado, mas também a por em prática os ensinamentos que recebemos do Senhor. No que tange à espiritualidade, os cristãos devem se relacionar com Deus, através da oração e meditação na Palavra de Deus. Somente com a preparação que vem de Deus seremos capazes de enfrentar as situações adversas, até mesmo quando leis injustas forem criadas a fim de perseguir os cristãos (At. 5.29). Há situações que a desobediência às leis humanas são permitidas, principalmente quando essas se opõem à Palavra de Deus. As parteiras hebreias (Ex. 1), os apóstolos (At. 4), e até mesmo Jesus (I Pe. 2.13-25) mostram que entre a Palavra de Deus e a dos homens devemos optar pela primeira. No entanto, se possível, conforme expressou Paulo, devemos buscar viver em paz com todos, inclusive com as autoridades (Rm. 12.18). Esse exemplo nos foi dado por Daniel, que se dedicou ao máximo para conciliar seus valores com os padrões estabelecidos pelo governo babilônico.

3. A FIRMEZA DE DANIEL NA BABILÔNIA
Em Dn. 1.18-20 está escrito que o próprio Nabucodonosor decidiu fazer um teste a fim de averiguar o desenvolvimento dos jovens súditos do palácio. Daniel foi aprovado naquele teste, e o principal, suas convicções fizeram a diferença. Como cristãos, devemos buscar espaços na sociedade, os jovens devem se dedicar, se prepararem para os concursos. Ao mesmo tempo, devem buscar ter uma vida cristã equilibrada, conciliando os estudos com a vida devocional. O problema de alguns jovens em contextos universitários é o extremismo. Alguns deles enfocam demasiadamente o espiritual e se esquecem de cumprir suas responsabilidades estudantis. Outros enfatizam tanto o material que acabam se distanciando da fé que uma vez professaram. Daniel viveu vários anos na condição de exilado, mas Deus o preservou no ministério. Como estadista não fez concessões em relação aos seus princípios, tornando-se um exemplo para todos aqueles que almejam a vida pública. Na época das eleições vários candidatos se apresentam às igrejas, e querem os votos dos fiéis simplesmente por ser evangélicos. O desafio deles não é apenas serem eleitos, mas principalmente permanecerem firmes em seus valores. Atentando não apenas para os aspectos morais do seu chamado, mas também espiritual, sem se esquecerem da responsabilidade social. Há políticos evangélicos que defendem apenas uma agenda moral, criticando o liberalismo em relação ao aborto, divórcio e homossexualidade, mas esquecem da pauta social. Além de não promoverem o bem social, ainda se envolve em atos de corrupção, subvertendo os cofres públicos, dinheiro que deveria ser investido em saúde e educação de qualidade. Mas Daniel, enquanto homem público, comprometeu-se com a causa divina. O chamado de Deus não é apenas para ocupar posição de status, mas para cumprir nosso papel, mantendo-nos fieis ao Senhor (I Ts. 5.23,24).

CONCLUSÃO
Como cristãos diante da cultura contemporânea, somos chamados a decidir qual lado tomaremos. Poderemos nos conformar com mundo, seguindo seus princípios, que fazem oposição à vontade Deus. Mas também podemos decidir ser transformados pela Palavra de Deus, levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo (II Co. 10.5). Se assim fizermos, seguiremos o modelo de Daniel, nos mantendo firmes no que tange à moralidade, não defendendo ensinamentos contrários a Palavra de Deus. E também não desprezaremos uma vida espiritual piedosa, investindo na produção do fruto do Espírito na vida cristã (Gl. 5.22).

BIBLIOGRAFIA
LOPES, H. D. Daniel. São Paulo: Hagnos, 2006.
WEIRSBE, W. Be resolute: Daniel. David Cook: Ontario, 2008.

EBD 4º TRIMESTRE LIÇÃO 1: DANIEL, NOSSO “CONTEMPORÂNEO”

EBD

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD




Texto Áureo Mt. 24.15 – Leitura Bíblica Dn. 1.1,2; 7.1; 12.4


INTRODUÇÃO
Estamos iniciando o último trimestre de 2014, durante as próximas lições estudaremos Daniel. Esse livro bíblico traz muitas orientações para a integridade moral e espiritual do povo de Deus. Na aula de hoje faremos uma apresentação panorâmica do livro, destacando sua atualidade em relação às questões morais e espirituais que a igreja tem enfrentado. Mostraremos que Daniel, de certo modo, é nosso “contemporâneo”, na medida em que se identifica com os mesmos desafios que a igreja precisa enfrentar em períodos de crise.

1. DANIEL, O PROFETA
Daniel, cujo nome significa “Deus é meu Juiz” foi um profeta (Mt. 24.15), do qual pouco podemos saber a respeito, além do que nos está registrado na Bíblia. Como Isaias era também membro da tribo de Judá, e ao que tudo indica, membro da família real (Dn. 1.3-6). Em razão do cativeiro judaico na Babilônia, Daniel teria sido levado muito jovem para essa terra (Dn. 1.4), no terceiro ano de Joaquim (605 a. C.), oito anos antes da ida de Ezequiel para esse mesmo cativeiro. Quando à Babilônia, Daniel foi colocado na corte de Nabucodonosor, tornando-se conhecedor da ciência dos caldeus, e se destacando em seu conhecimento diante dos demais sábios. Uma demonstração da superioridade do conhecimento de Daniel foi reconhecida na capacidade dada por Deus para interpretar o sonho de Nabucodonosor. Esse episódio deve ter ocorrido no segundo ano do seu reinado, por volta do ano 603. a. C. Alguns anos mais tarde sucedeu o segundo sonho de Nabucodonosor, também interpretado pelo profeta. Daniel foi levado a uma alta posição de poder durante o reinado babilônico. Ele passou 70 anos no cativeiro, tendo acompanhado o governo medo-persa, de Dario e Ciro. Justamente durante esse governo o profeta de Deus foi lançado na cova dos leões, por causa da sua fidelidade a Deus. Daniel nos deixou um legado de fidelidade a Deus, mesmo nos períodos de crise moral e espiritual. O livro de Daniel se acha dividido em duas partes (1) histórica e (2) profética, na primeira parte Daniel é apresentado em terceira pessoa; na segunda parte ele mesmo narra os episódios. A seguir destacamos os princípios assuntos: 1) Daniel e seus companheiros na corte de Nabucodonosor; 2) o sonho do rei com respeito à grande imagem, simbolizando quatro reinos; 3) a fornalha de fogo na qual são lançados os companheiros de Daniel; 4) o sonho de Nabucodonosor no qual foi vista e uma grande árvore; 5) o banquete suntuoso e profano de Belsazar; 6) Daniel é lançado na cova dos leões por causa da sua fidelidade a Deus; 7) visão dos quatro grandes animais que subiam do mar, e seu juízo diante do Ancião de Dias; 8) visão do carneiro com dois chifres, ferido pelo bode, que tinha um chifre entre os olhos; 9) compreensão da profecia de Jeremias (Jr. 25.12; 29.10), quanto aos setenta anos das idolatrias de Jerusalém; e 10) outras visões de Daniel a respeito do futuro de Israel e das outras nações.

2. NOSSO “CONTEMPORÂNEO”
O cenário espiritual de Judá, nos tempos do profeta Daniel, era caótico, isso porque nos anos 608 a 597 a. C., Joaquim reinava em Jerusalém (II Rs. 23.34). Naqueles dias duas nações lutavam pelo controle da região, a saber, Assíria e Egito. Neco, rei do Egito, subira para batalhar contra o rei da Assíria (II Rs. 23.29, Josias, que era o rei de Judá, decidiu atacar o Egito, mas morreu na batalha de Carquemis, em 608 a. C. Neco, em resposta ao ataque, destituiu a Jeocaz, filho de Josias, tendo esse reinado apenas três meses, impondo pesados tributos a Judá, constituindo rei a Jeoaquim, irmão deposto de Jeocaz (II Rs. 23.31-35). Joaquim foi um rei ímpio, tendo este rasgado e queimado o rolo da Palavra de Deus, que continha as mensagens do profeta Jeremias (Jr. 36.20-26). De certo modo a situações política daquela época não é diferente dos desafios que temos enfrentado nos dias atuais. A Palavra de Deus está sendo desconsiderada, os governantes estão preocupados, a fim de agradar a determinados grupos, em retirar os princípios cristãos de pauta. Acompanhamos, na sociedade brasileira, um processo de descristianização do valores, e uma processo contínuo de secularização. Alguns sacerdotes estão fazendo conchavos com os políticos, a fim de tirarem proveito pessoal das iguarias que lhes são oferecidas. Os profetas de Deus, tal como Jeremias e Daniel, estão denunciando esses impropérios, e por isso estão sendo perseguidos. Como fez Joaquim com o profeta Urias, ao desagradá-lo com mensagens contrários, alguns governantes estão perseguindo, e se for o caso, matando os profetas de Deus (Jr. 26.20-23). Mas Deus acompanha os acontecimentos, Ele é Senhor da história, no ano 606 a. C., o cenário militar foi modificado, uma vitória de Nabucodonosor, da Babilônia, sobre Neco, consolidou esse governo como uma potencial mundial. Em 605 a. C., após várias incursões sobre Jerusalém, Nabucodonosor domina aquele local e leva cativo os nobres, dentre eles Daniel, para o cativeiro, o rei Joaquim rendeu-se sem resistência. A abominação tomou conta de Jerusalém, pois em 586 a. C., após dezoito meses de sítio, os exércitos do rei da Babilônia saquearam a cidade, destruindo também o templo. O reinado de Nabucodonosor durou o período de 43 anos, tendo sido uma período de desolação para o povo judeu, por se encontrar no cativeiro (Sl. 137.1-9).

3. IDENTIFICAÇÃO COM DANIEL
Daniel nos mostra como viver para Deus em temos de falta de integridade moral e espiritual, principalmente na juventude. Por meio dos profetas o povo de Judá foi advertido, Jeremias e Habucuque anteciparam que a Babilônia invadiria Jerusalém, e levaria seu povo cativo. O testemunho de Daniel inspira os crentes a viverem em santidade, e se aproximarem de Deus, ainda que a maioria relativize Sua palavra. Daniel estava diante de uma geração que estava colhendo os frutos que os seus pais haviam semeado (Dn. 1.2). Isso nos mostra que a apostasia espiritual não acontece de uma hora para outra, é resulta de uma negligência paulatina, um distanciamento sutil da Palavra de Deus. O povo de Israel, ao invés de confiarem na Palavra, estavam se fundamentando no templo (Jr. 7.7). Os templos são necessários, e importantes para as igrejas, mas é a Palavra que conduz às vidas pelos caminhos do Senhor. Um templo suntuoso não salvará uma igreja da ruína espiritual, o avivamento não depende de estruturas arquitetônicas, mas da dependência de Deus. Daniel nos inspira a continuar acreditando na intervenção divina, mesmo diante dos tempos difíceis, a despeito de suas perdas e das vicissitudes pelas quais passou, seu coração permanecia em Deus. Ao invés de murmurar pelas adversidades, o jovem Daniel buscou discernimento e aproveitou as oportunidades, para estudar na Universidade da Babilônia. Ainda que Nabucodonosor quisesse desintegrar a identidade dos jovens judeus, inclusive alterando os seus nomes, Daniel sabia quais eram suas raízes, e se matinha fiel aos seus princípios. Durante o período em que esteve naquela Universidade, Daniel equilibrou o seu tempo, de modo a não se deixar contaminar com as iguarias do rei, e dedicando tempo sua vida devocional diante do Senhor (Dn. 1.5). O homem de Deus sabia que não podia se deixar dominar pela aculturação, isto é, pelo domínio cultural dos babilônicos, aprendeu a tirar proveito do que era necessário, mas sem relativizar seus valores judaicos. O mundo pode tentar modificar os nossos nomes, mas não pode mudar nossos corações, como Daniel não podemos esquecer-nos de quem somos, e o propósito para o qual fomos criados.

CONCLUSÃO
Mesmo quando obteve honra em sua vida profissional, Daniel não se esqueceu de Deus. Após a conclusão da sua graduação, passou a servir no palácio de Nabucodonosor, mas sempre se manteve fiel aos seus princípios. Aqueles que fazem a vontade de Deus seguirão seu curso, mesmo depois da queda dos impérios, assim ocorreu com Daniel, que serviu até o primeiro ano de Ciro, rei persa, depois da queda da Babilônia. Deus está no comando das situações da vida daqueles que decidem viver para Ele, mesmo nos tempos de crise a mão do Senhor estarão sobre eles. O futuro está no controle de Deus, ao Seu tempo fará o que Lhe apraz, conforme Seus desígnios.

BIBLIOGRAFIA
WEIRSBE, W. Be resolute: Daniel. David Cook: Ontario, 2008.
BALDWIN, J. G. Daniel: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1983

quarta-feira, outubro 8

17º ANIVERSARIO DO CONJUNTO CÂNTICO CELESTE, PARTICIPAÇÃO ESPECIAL MINISTÉRIO DE LOUVOR DIANTE DO REI JESUS





A Assembleia de DEUS em vila Santa Catarina na direção do Aux: Antoane Xavier convida a todos a se fazerem presentes a 17ª festa de aniversario do conjunto de Senhoras Cântico Celeste, que realizar-se-a no dia 02 de Novembro de 2014.

Com o Tema:  "Es que sedo venho e o meu galardão esta comigo para dar a cada um segundo a sua obra " AP: 22-12.


PROGRAMAÇÃO: 

Manha: Consagração de 09:00hs as 11:00hs


Tarde: Tarde de Avivamento 14:00hs as 17:00hs;

Ministração: Jean do Ministério Diante do Rei Jesus - Natal -

Louvor: Kamila Káren - Sede Serra do Mel -


Noite: Cruzada Evangelística a partir das 19:00hs

Ministração: Fabinho do Ministério Diante do Rei Jesus - Natal -

Louvor:    Ministério Diante do Rei Jesus - Natal - 
                 Banda El Shaday - Sede Serra do Mel - 

Quantas Pessoas Estavam No Navio Com Paulo e Quantos Se Salvaram Do Naufrágio?



Resposta: 276 Pessoas.Todos Se Salvaram. 
"E éramos ao todo, no navio, duzentas e setenta e seis almas." (Atos 27.37)

"E os demais, uns em tábuas e outros em coisas do navio. E assim aconteceu que todos chegaram à terra a salvo." (Atos 27.44)

Fonte: Variedades Gospel Veras

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