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quarta-feira, abril 16

EBD 2º TRIMESTRE LIÇÃO 3: DONS DE REVELAÇÃO


Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD


Texto Áureo I Co. 14.26  – Leitura Bíblica I Co. 12.8-10; At. 6.8-10


INTRODUÇÃO
Os dons de revelação são classificados dentro dessa terminologia porque estão relacionados ao conhecimento. Mas tal ciência não depende de atributos meramente humanos, ditos naturais, mas de Deus, que sobrenaturalmente, descortina o desconhecido. Na aula de hoje aprenderemos sobre os seguintes dons de revelação, conforme listados por Paulo em I Co. 12.8-11: palavra de sabedoria, palavra de conhecimento (ciência) e discernimento de espíritos.

1. PALAVRA DE SABEDORIA
Existem diferentes tipos de sabedoria, a sabedoria satânica, geralmente empregada para o engano, com propósitos malignos. A principal característica da sabedoria satânica é a inveja, e o sentimento faccioso, que resulta na desunião (Tg. 3.14-16). Satanás teve a pretensão de ser maior do que Deus, e de competir com Ele em posição (Ez. 28.12-17). Depois que Deus colocou Adão e Eva no jardim, Satanás semeou a dúvida no coração dos primeiros pais (Gn. 3.1), e os conduziu para a queda (Gn. 3.4,5). Existe também a sabedoria humana, resultante da investigação, na verdade, a sabedoria se distingue do conhecimento. Este se caracteriza pelo acúmulo de informações, enquanto que aquele diz respeito à aplicação apropriada do conhecimento. É nesse sentido que os autores de Provérbios encaminham seus leitores à obediência, no temor do Senhor, como princípio da sabedoria (Pv. 4.7). É essa mesma sabedoria que Tiago diz que Deus dá a todos aqueles que O pedirem, e a buscam (Tg. 1.5). O dom de sabedoria (gr. logos sophia), na instrução de Paulo aos coríntios, é uma manifestação por meio da qual Deus responde, através dos lábios do crente, a uma necessidade de orientação, que não pode ser realizada pelos meios naturais. A liderança da igreja pode conduzir o rebanho com a sabedoria que vem do alto, para solucionar um problema, tal como aquele que resultou na escolha dos diáconos para o serviço na igreja (At. 6.1-3,10). Por isso esse dom é manifesto através de uma palavra, isto é, de uma expressão, que nos é intuída, sobrenaturalmente, diante de um acontecimento e/ou interrogação. As respostas que Jesus deu aos seus opositores, durante seu ministério público, exemplificam a manifestação desse dom. Aos ser interrogado pela mulher samaritana, a respeito do lugar correto para a adoração, Jesus responde que os verdadeiros adoradores são buscados por Deus, e que esses o fazem em espírito e em verdade (Jo. 4.24). Existem várias passagens, ao longo dos evangelhos em que Jesus se utiliza da palavra de sabedoria: 1) pedido de partilha da herança ao irmão (Lc. 12.13); 2) indagação sobre a validade do batismo de João (Mt. 21.25); 3) questão a respeito do pagamento de tributo a Cezar (Mt. 22.21). e 4) debate sobre a ressurreição dos mortos (Mt. 22.32). Deus pode usar os irmãos da igreja para responder às perguntas de crentes e descrentes diante de situações adversas, assim como fez com Filipe, quando questionado pelo Eunuco, a respeito da salvação (At. 8.26-30).

2. PALAVRA DE CONHECIMENTO
Esse dom diz respeito à ciência, ao conhecimento de algo em ocorrência, ou que está para acontecer. Trata-se de uma manifestação de consciência que não poderia ser sabida pelas vias naturais, por meio de investigação ou pesquisa. Esse conhecimento não é educacional, resultado de estudos, nem mesmo o bíblico. Evidentemente não devemos nos opor à análise do texto bíblico, uma exegese apropriada evita equívocos interpretativos, e o surgimento de heresias no seio da igreja. Afinal Deus é a fonte do conhecimento espiritual, ninguém pode saber quem Ele é a menos que Ele mesmo queira se revelar (I Co. 2.4; 13.9). Quando estamos estudando a Bíblia, considerando os princípios de interpretação, dependendo do Espírito Santo, estamos conhecendo o que nos foi revelado na Palavra, que é inspirada pelo mesmo Espírito (II Tm. 3.16). Mas o dom da palavra do conhecimento (gr. logos gnoseos) é uma expressão instantânea resultante de uma revelação do Espírito (I Co. 12.8). Devemos partir do pressuposto que Deus é onisciente, que por esse motivo Ele conhece todas as coisas. É possível identificar exemplos no ministério de Jesus da manifestação da palavra de conhecimento. Ele tinha revelação de fatos que estavam ainda por acontecer, não precisava que alguém lhe dissesse determinados assuntos, nem mesmo a respeito das pessoas (Jo. 2.25). Jesus conhecia seus discípulos, por isso revelou-lhes que Lázaro estava doente, mas que tal enfermidade não seria para morte (Jo. 11.4-11). Os discípulos questionaram a respeito da Sua morte, mas Ele sabia, desde o princípio, que se fazia necessário padecer, morrendo e ressuscitando dentre os mortos (Mt. 16.21). Antes da páscoa Jesus enviou Seus discípulos a uma aldeia, a fim de trazerem um jumentinho, no qual adentraria a cidade de Jerusalém (Mt. 21.2). Ele os enviou também para prepararem o lugar da páscoa, dando orientações a respeito, que fora encontrada tal como Ele os dissera (Lc. 22.8-13). Quando Jesus encontrou Pedro, identificou-o como um futuro pescador de homens (Lc. 5.8-10; Jo. 1.42). Também se expressou em relação a Natanael como um homem em que não havia dolo (Jo. 1.47). Na conversa com a mulher samaritana, Ele revelou que ela tinha cinco maridos e o que tinha naquele momento não lhe pertencia (Jo. 4.18,18). Antes de ser crucificado, após ter sido preso pelas autoridades, Jesus antecipou a Pedro que este o trairia (Lc. 22.34). Como Cristo decidiu esvaziar-se da Sua glória (Fp. 2.7), não da divindade, fez a opção de depender do Espírito Santo em Seu ministério terreno, atuando através da capacitação do Espírito Santo (Lc. 4.1,18).

3. DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS
O dom de discernimento de espírito é uma capacitação sobrenatural, dada pelo Espírito Santo, para identificar manifestações que não procedem de Deus. Nada tem a ver com o julgamento humano, partindo de critérios analíticos, fundamentados na psicologia. Há quem pense que o dom de discernimento de espírito serve para identificar as falhas dos outros, ou que é uma antecipação do pensamento alheio, com base em técnicas humanas e/ou satânicas. O dom de discernimento de espíritos (gr. diakrisis pneumaton) é uma habilitação sobrenatural que permite a identificação da natureza e do caráter dos espíritos. Não podemos esquecer que Satanás pode se transformar em anjo de luz, para difundir o engano inclusive dentro da igreja (II Co. 11.14). Estamos diante de uma batalha espiritual, portanto, precisamos estar preparados, inicialmente com toda armadura de Deus, para vencer as hostes celestiais do Maligno (Ef. 6.11,12). Para tanto devemos cingir os lombos com a verdade, vestir a couraça da justiça, calçar os pés com a preparação do evangelho da paz, o escudo da fé, o capacete da salvação e a espada do Espírito (Ef. 6.13-17). Precisamos, para vencer as hostes satânicas, permanecer atentos quanto ao “espírito que agora atua nos filhos da desobediência” (Ef. 2.2). E saber que o espírito do Anticristo, está presente no mundo (I Jo. 4.1-3). Existem manifestações desse dom no ministério de Cristo, Ele revelava que seus opositores agiam pelo espírito do Diabo (Lc. 13.11-16), que algumas enfermidades eram provenientes de opressão maligna (Mt. 12.22; Mc. 9.25; Lc. 8.29). Paulo, que foi usado pelo Espírito para revelar que havia um espírito de adivinhação em uma jovem em Filipos (At. 16.16-18), admoesta os crentes, através de Epístola a Timóteo, quanto às falsas doutrinas dos últimos dias (I Tm. 4.1). O engano na igreja pode ser identificado através do ensinamento bíblico, por isso Paulo instrui Timóteo a ensinar (I Tm. 4.11). Mas em alguns casos, de modo sobrenatural e instantâneo, o Espírito Santo pode capacitar a igreja a identificar uma atuação enganosa. Isso evita que a igreja seja conduzida ao erro, e se deixe levar pelo ensino dos falsos mestres, que querem desvirtuar o rebanho de Deus (At. 20.30).

CONCLUSÃO
Os dons de revelação são imprescindíveis para a igreja cristã, por meio deles somos capacitados, sobrenaturalmente pelo Espírito Santo, para responder às indagações que nos são postas, através dos opositores da fé. Esse mesmo Espírito também pode nos capacitar para conhecer realidades que não poderíamos pelas vias naturais. Isso importante para demonstrar, para os descrentes, que Deus conhece todas as coisas. Por fim, o Espírito Santo, em algumas circunstâncias, pode dar aos crentes a capacitação para identificar o engano, evitando, assim, que sejamos desencaminhados pelos falsos mestres, que são guiados por Satanás e suas hostes celestiais.

BIBLIOGRAFIA
SOUZA. E. A. de. Nos domínios do Espírito. Rio de Janeiro: CPAD, 1987.
WIGGLESWORTH, S. On spiritual gifts. New Kensisington: Whiteker House, 1998.

sábado, abril 12

ADC apresenta: I Conferência em Liderança Cristã (em Caicó-RN)

Conferencia - CAICO

I Conferência em Liderança Cristã do Seridó - RN
Local:
 Templo da ADC - Assembléia de Deus em Caico - RN
Data: 10 a 13 de Abril 2014

Preletores:
Pr. Fred Berry - EUA
Pr. Wendell Miranda - RN

Louvores:

Adoradores - ADC
Maurizélia - Campina Grande PB
Pitágoras - Natal RN
Grupos e Conjuntos da ADC
Conjuntos e cantores locai e da região

IMPERDÍVEL!
Organização: Pr. Isaac Dias de Souza


fonte: oassembleiano.com

EBD 2º TRIMESTRE LIÇÃO 2: O PROPÓSITO DOS DONS ESPIRITUAIS


Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD



Texto Áureo I Co. 4.12  – Leitura Bíblica I Co. 12.8-11; 13.1,2

INTRODUÇÃO
Dando prosseguimento ao estudo dos dons, na aula de hoje atentaremos para o propósito dos dons, com ênfase nos espirituais. Inicialmente contextualizaremos os dons na igreja de Corinto, para a qual Paulo destinou a Epístola em foco. Em seguida, mostraremos que essa era uma igreja que, embora tivesse muitos dons, caracterizava-se pela carnalidade. Ao final ressaltaremos o propósito dos dons espirituais, tomando por base a orientação de Paulo aos coríntios, bastante apropriadas para os dias atuais.

1. A IGREJA DE CORINTO
A Igreja de Corinto se vangloriava dos dons espirituais, recebendo o testemunho de Paulo que não faltava tais manifestações entre eles (I Co. 1.7). Corinto era uma cidade da antiga Grécia, uma metrópole nos tempos de Paulo. Em virtude da influência helenista, era berço da filosofia antiga, por conseguinte, intelectualmente arrogante. Por ser uma cidade próspera, enfatizava a busca pelos recursos materiais, e ao mesmo tempo, entregava-se à promiscuidade. Paulo fundou a igreja de Corinto juntamente com Prisca e Áquila (At. 16.19), e sua equipe missionária (At. 18.5). O Apóstolo dos gentios permaneceu naquela localidade por dezoito meses, durante sua segunda viagem missionária (At. 18.1-17). Tratava-se de uma igreja mista, composta por judeus e gentios, alguns deles provenientes do paganismo. A Primeira Epístola aos Coríntios, na qual Paulo abordou com propriedade os dons espirituais, foi escrita durante seu ministério em Éfeso (At. 20.31), na sua terceira viagem missionária (At. 18.23 – 21.16). Durante sua estada em Éfeso Paulo tomou conhecimentos dos vários problemas pelos quais passava a igreja de Corinto (I Co. 1.11), em seguida um grupo de irmãos entregou uma carta a Paulo, reportando as dificuldades encontradas, e solicitando auxílio do apóstolo para a resolução dos problemas (I Co. 16.17). Mesmo sendo uma igreja fervorosa, ou seja, que tinham dons espirituais, também tinha forte propensão à carnalidade (I Co. 3.1-3), isso revela que uma igreja que tem os dons do Espírito não necessariamente é espiritual. Isso acontece porque a evidência de espiritualidade não está nos dons, mas no amor (I Co. 13), mais propriamente na produção do fruto do Espírito (Gl. 5.22). Dentre os problemas de Corinto destacamos: divisão e partidarismo (I Co. 1.10-13; 11.17-22), tolerância de pecado até mesmo do incesto (I Co. 5.1-13), imoralidade sexual generalizada (I Co. 6.12-20), disputas judiciais entre os cristãos (I Co. 6.1-11), liberalismo em relação ao pecado (I Co. 8.10), comportamentos inadequados no casamento (I Co. 7) e escândalos no culto público, bem como na celebração da Ceia (I Co. 11,12 e 14).

2. OS DONS ESPIRITUAIS EM CORINTO
Dentre os problemas de Corinto, o uso inadequado dos dons espirituais é um dos principais, Paulo dedica boa parte da I Epístola a dar esclarecimentos a esse respeito. Os coríntios não compreendiam o propósito dos dons espirituais na igreja, por isso o apóstolo os instrui para que não sejam ignorantes (I Co. 12.1). Esses dons (pneumática) não deveriam servir para a ostentação, eram chamismata, portanto uma graça de Deus, para desempenhar determinados ministérios, com vistas ao que fosse útil (I Co. 12.7). Havia uma tendência ao individualismo na igreja de Corinto, a preocupação com os outros deveria ter proeminência. Por isso Paulo admoesta os crentes à busca dos dons, isto é, ele não proíbe que os use, contanto que seja com decência e ordem (I Co. 14.40). O culto não deveria ser uma bagunça, as manifestações do Espírito deveriam ser ordenadas. Além disso, o objetivo do culto deveria ser glorificar a Cristo (I Co. 12.3), os dons não podem ser um fim em si mesmo. Os dons podem e devem ser buscados, mas tendo em mente que existem dons superiores, e que tal gradação depende da funcionalidade, e mais precisamente da utilidade. Quanto mais útil for o dom, mais importante será, por isso quem profetiza tem preeminência diante daquele que fala línguas, a menos que haja quem interprete (I Co. 12.31; 14.28). O critério da alteridade é importante na manifestação dos dons espirituais. Se considerarmos esse ensinamento, nos preocuparemos menos conosco e mais com os outros. É justamente por esse motivo que o fruto do Espírito tem prioridade sobre os dons do Espírito. A igreja cristã não precisa fazer opção ou pelos dons ou pelo fruto, há lugar tanto para um quanto para o outro. A demonstração de maturidade de uma igreja está na demonstração tanto dos dons quanto do fruto. O caminho sobremodo excelente é o do amor-agape (I Co. 12.31), somente em amor os dons espirituais cumprem seu propósito (I Co. 14.1). Sem o amor-agape de nada adianta falar as línguas dos anjos e dos homens, ter o dom de profecia, conhecer todos os mistérios e toda ciência (I Co. 13.1,2). O amor-agape, diferentemente da carnalidade egoísta, se caracteriza pela disposição para sofrer pelo outro, benignidade, e tratamento não leviano. Além disso, quem tem o amor-agape não é soberbo, não se porta com indecência, não é invejoso, não busca seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (I Co. 13).

3. O PROPÓSITO DOS DONS
É no contexto do amor-agape, com sua marca sacrificial, que os dons espirituais encontram seu real propósito, podem ser manifestos de acordo com a vontade do Espírito (I Co. 12.11), de acordo com as necessidades, e ao mesmo tempo, o interesse dos crentes (I Co. 12.31). Por isso os dons espirituais não dependem da santificação do crente, é possível que um crente seja carnal e mesmo assim manifeste algum dom (Gl. 5.22,23). É preciso esclarecer também que existem crentes nas igrejas que podem manifestar certa regularidade em um dom, mesmo assim eles não podem pensar que são proprietários dos dons. Isso porque os dons são do próprio Espírito Santo, sendo distribuídos à igreja, a fim de cumprir propósitos específicos. Os crentes também podem buscar mais de um dom, essa inclusive é uma recomendação paulina (I Co. 14.1). Mas dificilmente alguém terá todos os dons, mesmo aqueles apresentados em I Co. 12, tendo em vista que o Espírito opera na diversidade, visando à unidade (I Co. 12.5). Os dons do Espírito Santo visam: 1) manifestar a graça, o poder, e o amor do Espírito entre o povo, nas reuniões públicas, nos lares, nas famílias e nas atividades pessoais (I Co. 12.4-7; 14.25); 2) ajudar a tornar eficaz a pregação do evangelho aos perdidos, confirmando de modo sobrenatural a mensagem do evangelho (Mc. 16.15-20; At. 14.8-18); 3) suprir as necessidades humanas, fortalecer e edificar espiritualmente, tanto a congregação (I Co. 12.7,14-30), como os crentes individualmente (I Co. 14.4); 4) batalhar com eficácia na guerra espiritual contra as hostes satânicas (At. 8.5-7; 26.18). Os dons espirituais devem ser utilizados na comunidade de fé, isto é, na igreja para a edificação uns dos outros (I Co. 12.25). Os dons são disponibilizados pelo Espírito para edificar (gr. oikodomeo), ou seja, fortalecer a vida espiritual da igreja (I Co. 14.26).

CONCLUSÃO
Os dons do Espírito Santo estão disponíveis para a igreja contemporânea, por isso devemos buscar todos os dons, e mais precisamente os melhores, aqueles que edificam os outros. Uma igreja madura não despreza os dons espirituais, sabe que eles são úteis para o fortalecimento da fé. Mas os crentes precisam equilibrar os dons com o fruto, pois de nada adianta uma igreja fervorosa, com muitos dons, mas que não cultiva o fruto do Espírito. Devemos buscar com zelo os melhores dons, principalmente profetizar, mas sem esquecer-se do caminho sobremodo excelente, o amor-agape (I Co. 12.31; 13.1-7).

BIBLIOGRAFIA
OLIVEIRA, F. H. T. de. O batismo no Espírito Santo e os dons espirituais. Mossoró: Queima-Bucha, 2013.
STAMPS, D. Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.

quarta-feira, abril 2

EBD 2º TRIMESTRE LIÇÃO 1: E DEU DONS AOS HOMENS



Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD

Texto Áureo Ef. 4.8 – Leitura Bíblica Rm. 12.3-8; I Co. 12.4-7


INTRODUÇÃO
Ao longo deste trimestre estudaremos os dons espirituais e ministeriais, uma oportunidade ímpar para conhecer os dons que Deus disponibiliza para o serviço cristão. Na aula de hoje apresentaremos os dons espirituais (charismata/pneumatikon) e ministeriais (diakonia). Mas antes, destacaremos os doadores: o Espírito Santo e Jesus Cristo. Ao final, mostraremos a necessidade de que homens e mulheres sejam capacitados para o serviço, e que isso acontece por meio desses dons que são disponibilizados por Deus.

1. E ELE DEU
Há um equívoco entre os cristãos evangélicos, mas propriamente entre os pentecostais. Alguns acreditam que são proprietários dos dons, ou seja, donos deles, mas os dons são de Deus, disponibilizados para a igreja.  Ele é o Doador, que concede, aos homens, para o serviço cristão no Corpo de Cristo. Outro equívoco é o de pensar que os dons são para dar status eclesiástico àqueles que os utiliza. Na verdade os dons são funcionais, ou melhor, têm serventia para cumprir um proposito, mais especificamente a edificação da igreja (Ef. 4.12-16). Há também o equívoco de pensar que os dons espirituais são dispensados por méritos pessoais. Ninguém é usado por Deus, através dos dons espirituais ou ministeriais, porque é digno (Rm. 12.6; I Pe. 4.10), não podemos esquecer que fomos salvos pela graça de Deus (Ef. 4.9,10). Os dons procedem de Deus, Ele é a fonte dos dons, tanto os espirituais (charismata/penumatikon) quanto os ministeriais (diakonia). A distribuição dos dons é um trabalho da Trindade, o Pai enviou Cristo, e depois o Espírito Santo (Jo. 14.6; 20.21). A concessão dos dons espirituais e ministeriais vem de Deus, sendo que existem os dons do Espírito (I Co. 12.4-7), e os dons de Cristo (Ef.4.11). É importante destacar que há mais de nove dons espirituais, não apenas aqueles listados por Paulo em I Co. 12.8-11. Em Rm. 12.3-8 encontramos uma lista, diferente daquela exposta na I Epístola aos Coríntios, no capítulo 12, são eles: profecia, ministério, ministração, ensino, exortação, partilha, presidência e misericórdia. Esses dons, de acordo com o texto, são todos provenientes de Deus. Os dons, grosso modo, partem de Deus para a igreja, a fim de constituir uma unidade na diversidade (Rm. 12.5). A dispensação dos dons, tanto os espirituais quanto ministeriais, é de Deus, mas há também participação humana. No texto de Rm. 12.3-8, Paulo instrui os crentes a desenvolverem os dons. Diferentemente dos dons de I Co. 12.8-11, que têm caráter mais instantâneo, e aspecto notadamente sobrenatural.

2. DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS
Há diferentes palavras para dons em hebraico, destacamos: berekah, minhah, korban e teruma. Berekah é geralmente traduzida por benção, e diz respeito aos pronunciamentos de coisas boas em relação a outros (I Sm. 25.27; II Rs. 5.15-18). A palavra minhah traz o significado de oferta, geralmente entregue como parte do culto. Korban também significa oferta ou dádiva, trata-se de um dos termos mais gerais no hebraico para a oferta. Teruma pode ser traduzido como oferta, porção, dom ou contribuição. O verbo dar é natan em hebraico, que comunica a ação de entregar algo a alguém (Lv. 26.4; Dt. 11.14). No grego do Novo Testamento, temos as palavras doreá, no sentido de dádiva, sendo Cristo a maior dádiva de Deus (II Co. 9.15; Rm. 5.15; Ef. 3.4). O próprio Espírito Santo é uma dádiva de Deus, depois que o pecador se arrepende dos seus pecados (At. 2.38; 8.20; 10.45; 11.17). O termo dóron também transmite o significado de dádiva, relacionado especificamente às ofertas a Deus (Mt. 5.23,24; Lc. 21.1-4). Outra palavra grega associada às dádivas é eleemosuné, de conotação mais social, relacionada à contribuição aos necessitados (Mt. 6.2; Lc. 11.41; At. 9.36; 10.2). Palavras de bênçãos também podem ser pronunciadas na Nova Aliança, são as eulogias, cujo significado é o de expressar nosso desejo de que Deus abençoe os outros. A palavra charisma, em grego, está associada aos dons do Espírito Santo (I Co. 12). Mas tem uma dimensão mais ampla, tendo em vista que Timóteo recebeu um charisma, quando lhe impuseram as mãos, um dom para o exercício ministerial (I Tm. 4.14; II Tm. 1.6). Dentre os charisma que Paulo recebeu, destacamos o do celibato, tratando-se, portanto, de uma capacitação de Deus, não de uma imposição humana (I Co. 7.7). As palavras gregas relacionadas aos dons espirituais são charismata e pneumatikon, o primeiro diz respeito aos aspectos da graça na capacitação dos dons, e o segundo, ressalta o Espírito Santo como a fonte dos dons (I Co. 12.11).

3. AOS HOMENS
Os dons espirituais e ministeriais foram destinados aos homens e mulheres da igreja, com vistas ao serviço (diakonia), e mais especificamente, à edificação do Corpo de Cristo. Os dons espirituais e ministeriais não devem ser ignorados, é necessário que os membros da igreja se interessem por eles, mas é preciso usá-los com equilíbrio (I Co. 12.1). Os homens e mulheres de Deus, quando usados pelo Espírito, através dos dons, devem exercitá-los com responsabilidade, sobretudo com zelo e amor (I Pe. 5.2,3). Há igrejas ditas pentecostais que estão se distanciando dos dons espirituais, algumas delas sequer ensinam a respeito do batismo no Espírito Santo, bem como a buscar os dos dons espirituais. Uma pesquisa feita recentemente nos Estados Unidos constatou que cada vez mais pentecostais estão falando menos em línguas. Se uma pesquisa desse tipo for feita no Brasil talvez o resultado não seja diferente. Os pentecostais estão se envergonhando dos fundamentos da sua fé. O batismo no Espírito Santo, como virtude de poder, para testemunhar de Cristo, precisa ser resgatado (At. 1.8). Os dons espirituais também devem ser estimulados, não devemos proibir os membros da igreja de buscá-los (I Co. 14.9), a responsabilidade pastoral é a de instrui-los à utilização, com decência e ordem (I Co. 14.40). Todos devem buscar os dons, visando sempre o outro, a valorização de um dom, repousa justamente na capacidade de edificação dos membros (I Co. 12.31; 14.1). Os dons, tanto espirituais quanto ministeriais, devem ser exercidos em amor, considerando que esse – agape - é o caminho sobremodo excelente (I Co. 13). Muitos dons, sem amor, e mais apropriadamente, sem o fruto (Gl. 5.22), pode resultar em desequilíbrio espiritual. A igreja de Corinto era muito fervorosa, mas deficiente na espiritualidade, com demonstração de carnalidade, implicando nas dissenções no seio da igreja (I Co. 3.3-5).

CONCLUSÃO
Os dons espirituais e ministeriais são fundamentais para o desenvolvimento espiritual das igrejas locais. Os membros do Corpo de Cristo devem desejar e buscar os dons, para a edificação (I Co. 12.31; 14.1). Os dons espirituais de I Co. 12.8-10) se caracterizam por serem instantâneos, enquanto que os dons de Rm. 12.6-8, e de Ef. 4.11 são desenvolvidos ao longo de um processo. Teologicamente os dons espirituais, com base na lista de I Co. 12.8-10, são categorizados assim: 1) Sabedoria: palavra de sabedoria, palavra de conhecimento e discernimento de espírito; 2) Poder: fé, curas e operação de maravilhas; e 3) Elocução: profecia, variedade de línguas e interpretação de línguas. Busquemos, pois, os melhores dons, mas sem esquecer-se de cultivar o amor cristão. Em relação aos dons ministeriais, conforme Ef. 4.11, são: 1) apóstolos, 2) profetas, 3) evangelistas, 4) pastores e mestres, todos para o aperfeiçoamento dos santos. Oramos para que não nos falte dom algum, até o dia da manifestação em glória do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (I Co. 1.7).

BIBLIOGRAFIA
BARBOSA, J. R. A. Assembleia de Deus: em que cremos. Mossoró: Queima-Bucha, 2012.
OLIVEIRA, R. F. de. A doutrina pentecostal hoje. Rio de Janeiro: CPAD,1983.

quarta-feira, março 26

EBD 1º TRIMESTRE LIÇÃO 13: O LEGADO DE MOISÉS

EBD –  LIÇÕES PARA VIDA

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD



Texto Áureo Dt. 34.7 – Leitura Bíblica Dt. 34.10-12; Hb. 11.23-29


INTRODUÇÃO
Moisés, o menino que foi retirado da água, morreu muito tempo depois, e deixou-nos um legado considerável. Esse será o assunto estudado nesta última lição do trimestre. A princípio, apontaremos como se deu seus últimos dias, antes de morrer. Em seguida, destacaremos sua fé, que deve servir de exemplo para todos os cristãos. E ao final, mostraremos sua dedicação ao Senhor e generosidade, virtudes necessárias a todos aqueles que seguem os passos do Senhor Jesus Cristo.

1. OS ÚLTIMOS DIAS DE MOISÉS
O Salmo 90 é da autoria de Moisés, no versículo 12 ele ora ao Senhor: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio”. No final do livro de Deuteronômio nos deparamos com os últimos dias de Moisés na terra, um homem que realmente alcançou um coração sábio. Mas antes, em um primoroso cântico, ele declama sua benção sobre Israel. Nesse texto o homem de Deus declara a glória de Deus, recebida através da revelação (Dt. 33.1-5). Como Moisés, devemos também glorificar o nome do Senhor, com hinos e cânticos (Ef. 5.19; Cl. 3.16). A graça maravilhosa de Deus, em Cristo, é motivo suficiente para tributarmos a Ele louvor, glória e adoração (II Co. 5.21). O Deus de Israel é o nosso Deus, nenhum outro pode ser igualado a Ele (Ex. 33.29).  Em seguida Moisés se volta para as tribos de Israel, a fim de direcionar a elas as bênçãos do Senhor (Dt. 33.6-25). Após declarar as bênçãos ao povo de Israel, Moisés aponta para o verdadeiro Deus, que deveria ser reconhecido por aquela nação (Dt. 33.26-29). Em seguida, o servo de Deus toma consciência da sua morte, tema que é repetido nesses capítulos de encerramento (Dt. 31.1-16; 32.48-52; 33.1; 34.1-12). Como Moisés, todos nós, a menos que sejamos arrebatados (I Ts. 4.13-17), passaremos pela morte física (Hb. 9.27). Mas devemos manter a fé no Senhor, mesmo quando esta se aproximar. Não precisamos nos desesperar como aqueles que não conhecem a Cristo, e não têm esperança (I Ts. 4.13-17). Muito pelo contrário, temos a convicção que quando esse tabernáculo se desfizer, partiremos para estar com Cristo, o que é consideravelmente melhor (II Co. 5.1; Fp. 1.23). Moisés foi deixado fora da terra prometida, por não ter cumprido as orientações estabelecidas pelo Senhor (Dt. 1.37-40; Nm. 20.12,13). Mesmo tendo orado a esse respeito, o Senhor , soberanamente, não o atendeu (Dt. 3.23-26). Moisés apenas viu a terra no Monte Nebo, que fica cerca de dez quilômetros da Terra Prometida. Após ter visto a terra, Moisés faleceu, e o Senhor e o arcanjo Miguel (Jd. 9) o sepultaram no monte Nebo, em local que ninguém jamais identificou. Mas na transfiguração de Cristo, registrada em  Mt. 17.1-3 e Lc. 9.28-31, temos conhecimento de Moisés no alto do monte, na Terra Prometida.

2. MOISÉS, SUA FÉ E EXEMPLO PARA OS FIÉIS
Moisés faleceu em cumprimento à Palavra do Senhor (DT. 34.5), isso mostra que Deus é Aquele que tem a vida e a morte em Suas mãos (Sl. 139.16). Não temos motivos para ficar apavorados diante da morte, pois essa, mesmo nas condições mais adversas, é preciosa aos olhos do Senhor (Sl. 116.15). Nossa maior expectativa não deve ser a de viver muitos anos, mais importante ainda é viver para o Senhor, e deixar um legado espiritual para aqueles que nos veem. Moisés foi um exemplo de fidelidade, pois foi comparado a Cristo, um homem que se manteve firme na palavra do Senhor (Hb. 3.1-6). Ele também foi um homem que buscou ter intimidade com Deus, não se conformou com a mediocridade espiritual (Ex. 33.11; Nm. 12.7,8). Moisés não dependeu da sua formação acadêmica, ainda que essa tenha sido útil ao seu ministério, o segredo do seu êxito repousava na orientação de Deus (At. 7.22). Os cristãos deste tempo precisam reaprender a passar mais tempo na presença de Deus. Os momentos devocionais através da oração e meditação na palavra precisam ser resgatados, principalmente por aqueles que exercem posição de liderança. Moisés era um homem dedicado à oração e ao ministério da palavra (At. 6.4). Por isso se destacou, tornando-se “poderoso em palavras e obras”, isto é, demonstrando equilíbrio entre o que dizia e fazia. Como Moisés, e o Senhor Jesus, devemos agir coerentemente com as nossas palavras. Como disse certo pensador, devemos pregar, utilizando as palavras se necessário. Em suma, como Moisés, devemos recusar tudo àquilo que nada tem a ver com Deus, abrir mãos do engano do mundo, preferindo e considerando a posição para a qual o Senhor nos escolheu (Hb. 11.24-26); se necessário for, devemos deixar a zona de conforto, “abandonar o Egito”, perder o medo, a fim de alcançar a recompensa invisível (Hb. 11.27); e confiar nas orientações de Deus, mesmo que essa pareçam não fazer sentido (Hb. 11.28).

3. MOISÉS, SUA DEDICAÇÃO E GENEROSIDADE
Moisés mostrou-se dedicado ao povo de Israel, sobretudo generoso, intercedendo, sempre que necessário pela salvação daquela nação (Ex. 32.9-14; Nm. 14.10-25). Tenhamos cuidado com os falsos obreiros, muitos que dizem ser pastores na atualidade não passam de mercenários. O maior exemplo de pastor é o Senhor Jesus Cristo, ao entregar Sua própria vida pelas ovelhas (Jo. 10.12-14). Moisés, em sua identificação com o povo, passou por muitos sofrimentos (Hb. 11.24-27). Muitos obreiros modernos não querem mais sofrer, relacionam o ministério ao status, não podem dizer com Paulo, que não tinha sua vida por preciosa, e se gastava pelo rebanho (At. 20.24; II Co. 12.15). Moisés abriu mão de tudo que tinha, seus status social, seu conhecimento acadêmico, até mesmo das suas posses (Hb. 11.24). O desapego às coisas materiais deve ser uma das marcas registradas do obreiro cristão (I Tm. 6.10). Jesus abriu mãos dos tesouros terrenos, e se tornou pobre a fim de nos enriquecer espiritualmente (II Co. 8.9). Essas características de Moisés estavam atreladas a sua mansidão, ele foi reconhecido como um dos homens mais mansos da terra (Nm. 12.3). Jesus também foi um homem manso, e que por isso atraiu para Si os que carregavam o fardo do pecado (Mt. 11.28-30; I Pe. 2.21). Diante da morte iminente, Moisés deixou-nos o legado da escolha do seu sucessor. Ele não era um cratomaníaco, isto é, um líder aficionado pelo poder, receoso de perder seu cargo para outros. Moisés preparou Josué para assumir o restante da jornada, delegando a este a condução do povo para entrar na Terra Prometida. Os líderes do nosso tempo precisam investir na formação de sucessores. É triste quando a obra de Deus sofre porque aqueles que estão diante dela não querem soltar o cajado. Pior ainda é quando o cajado é passado para as mãos erradas, por critérios definidos pela politicagem eclesiástica. Seguido a orientação de Paulo a Timóteo, precisamos identificar homens fiéis, que se enquadrem no perfil cristão, para conduzirem o rebanho de Deus (II Tm. 2.1,2).

CONCLUSÃO
Ao autor da Epístola aos Hebreus dedicou seis versículos, em sua galeria de homens que serviram de exemplo de fé, a Moisés. Isso porque a vida desse homem continua servindo de modelo para todos aqueles que querem seguir piedosamente a Cristo. Ele não se deixou conduzir pelos seus sentimentos, antes dependeu da sua fé no Deus de Israel. Quando foi criticado, fundamentou suas decisões na âncora da fé. Diante das adversidades, devemos lembrar que a fé o firme fundamento das coisas que se esperam, mas que se não veem (Hb. 11.1).

BIBLIOGRAFIA
SWINDOW, C. R. Moisés: um homem dedicado e generoso. São Paulo: Mundo Cristão, 2000.
WEIRSBE, W. W. Exodus: be delivered. Colorado Springs: David Cook, 2010.

terça-feira, março 25

INAUGURAÇÃO DO NOVO TEMPLO EM SÃO MIGUEL E ANIVERSARIO DE 2 ANOS DO PR: REGINALDO ARAUJO AFRENTE DA AD EM PATAXÓ

Ontem dia 24 de março, a Assembleia de DEUS em Pataxó comemorou 2 anos do Pr: Reginaldo Araujo afrente da Assembleia de DEUS, e também no mesmo dia foi a inauguração do templo da Ad na comunidade de São Miguel campo de Pataxó, com a participação de toda a comunidade, o pastor Reginaldo foi bastante homenageado durante todo o dia, e também no culto a noite, diversas caravanas vindas com seus respectivos pastores prestigiaram a linda festa de agradecimento a DEUS. fica aqui registrado nossos sinceros parabéns a toda a comunidade de Pataxó em especial ao Pr: Reginaldo Araujo que tem desempenhado um trabalho visivelmente destacado, fazendo a obra com amor, Parabéns, fiquem todos na paz do Senhor.   


PR: ALFREDO LUIZ DE MELO
ABERTURA DA NOVA CONGREGAÇÃO DE SÃO MIGUEL
PR: FRANCISCO CICERO DE MIRANDA
LOUVORES E ALELUIAS 

PR: MIRANDA LADEADO POR REGINALDO E LUFRAN A DIREITA E PR: ALFREDO
PASTORES, REGINALDO, LUFRAN, MIRANDA, ALFREDO, RIBAMAR, HERMÍNIO E CORIOLANO.  
CANTORA KAMILA KÁREN LONVANDO A DEUS
PR: CORIOLANO DA CIDADE DE PATU
CONJUNTO DE CRIANÇAS
CONJUNTO DE SENHORAS

CONJUNTO DE MOCIDADE
PR: REGINALDO COM PR: CORIOLANO

PR: REGINALDO E PR: LUFRAN

CANTORA KAMILA KÁREN COM CASAL ABENÇOADO PR: RIBAMAR, SUA ESPOSA E SUA NETINHA 


CANTORA KAMILA KÁREN COM O PEQUENO DAVI, MISSIONARIA NÚBIA, ESPOSA DO PASTOR REGINALDO A QUERIDA ARETUZA COSTA.

quarta-feira, março 19

PASTOR SANDRO VENANCIO ESTARÁ MINISTRANDO A PALAVRA DE DEUS NESTA SEXTA NO CULTO DE DOUTRINA





O Pastor Sandro Venancio estará ministrando a poderosa palavra nesta Sexta feira dia 21 no culto de doutrina,  no templo sede venha e participe, DEUS tem uma palavra para você ...

EBD 1º TRIMESTRE LIÇÃO 12: A CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES


EBD –  LIÇÕES PARA VIDA

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD


Texto Áureo Hb. 9.22 – Leitura Bíblica Ex. 29.1-12

INTRODUÇÃO
Na aula anterior estudamos a respeito da escolha dos filhos de Arão para ministrarem no tabernáculo, como sacerdotes. Nesta aula nos voltaremos para a consagração dos sacerdotes, destacando os procedimentos rituais pelos quais esses passavam durante esse processo. Em seguida, mostraremos como acontecia a ministração por parte dos sacerdotes na tenda do Senhor. Ao final, ressaltaremos que Cristo, o Sumo-Sacerdote, é Aquele que ofereceu sacrifício perfeito pelos nossos pecados.

1. A CONSAGRAÇÃO SACERDOTAL
Os sacerdotes deveriam participar do culto público no qual passariam por um processo de consagração. Durante essa celebração eles deveriam ser lavados (Ex. 29.4; Lv. 8.6), e para esse fim Moisés conduziu Arão e seus filhos à porta do tabernáculo. O ato de lavar representava a purificação dos sacerdotes para o ofício. Eles deveriam lavar as mãos e os pés na bacia, demonstrando, assim, que estavam sendo purificados diante do Senhor. Os cristãos do Novo Pacto passaram por esse processo de purificação ao aceitarem a Cristo como Salvador (I Co. 6.9-11). Dando continuidade ao ritual, os sacerdotes eram vestidos com a indumentária especificada em Ex. 28, não podemos deixar de ressaltar que essa vestimenta destacava a dignidade do ministério (Ex. 29.5-9). Como cristãos, devemos deixar de lado as vestes imundas, e nos revestirmos dos trajes da graça em Cristo (Ef. 4.17-32; Cl. 3.1-15). Depois os sacerdotes eram ungidos com um óleo especial (Ex. 29.7,21; 30.22,23). O óleo no Antigo Testamento é símbolo do Espírito Santo para ter poder e servir (Is. 61.1-3). O ministério de Cristo foi conduzido pelo poder do Espírito Santo (Lc. 4.17-19). A igreja também deve buscar o poder de Deus para testemunhar com eficácia a respeito da morte e ressurreição de Cristo (At. 1.8). Os crentes, individualmente, precisam ser cheio do Espírito Santo (Ef. 5.18). Como parte do procedimento, o pecado dos sacerdotes era perdoado, isso porque um touro era imolado para sacrifício, o que era repetido ao longo da semana (Ex. 29.10-14). Aqueles que ministram diante de Deus, e para o povo, precisam antes passaram pelo novo nascimento, da água e do Espírito (Jo. 3.3). Os sacerdotes eram, em seguida, consagrados a Deus, para dependerem integralmente do ministério (Ex. 29.15-18). Como cristãos, precisamos também nos entregar incondicionalmente à vontade de Deus, em culto santo e agradável (Rm. 12.1,2; I Tm. 4.15). Posteriormente os sacerdotes eram marcados pelo sangue, que apontava para uma vida de sacrifício, a serviço do Senhor (Ex. 29.22-28). É uma pena que alguns que ministram na casa de Deus querem apenas satisfazer seus interesses (I Sm. 2.17-17).

2. A MINISTRAÇÃO SACERDOTAL
Os sacerdotes tinham a responsabilidade de ministrarem diante do Senhor, para tanto durante a semana teriam que ficar dentro dos limites do tabernáculo (Lv. 9.33-36). Esse era um processo de concentração, isto é, de preparação para a ministração no culto. Os pastores precisam atentar para a preparação na ministração da palavra. Há obreiros que dependem apenas de seus esboços, alguns deles extraídos da internet, ou de esboços de livros. Não há mais consagração na vida de alguns pastores antes da ministração, de modo que seus ouvintes percebem que estão tão somente repassando informações. Falta vida em muitos sermões nas igrejas, simplesmente porque os pastores deixaram de orar, de se consagrarem para o ministério. A burocracia eclesiástica, pautada pelo ativismo, está minando a espiritualidade de muitos obreiros. Na Antiga Aliança o sacerdote começava o dia sacrificando um cordeiro como holocausto, significando consagração total a Deus. Ao final do dia ele apresentava outro cordeiro em sacrifício pelo povo. Como os sacerdotes, precisamos começar o dia, e termina-lo, em consagração ao Senhor. Cada cristão deve viver, integralmente, 24 horas por dia, 31 dias por mês, 366 dias do ano para o Senhor. O culto no templo é importante, mas a vida cristã é uma questão de estilo, que se concretiza em todo tempo e nos vários lugares. É importante também separarmos momentos silenciosos para estar na presença do Senhor (Mt. 6.7-15). O sacerdote também oferecia sacrifícios de manjares, colocando uma porção simbólica de farinha no altar e usavam o restante para suas refeições. A farinha, bem como o vinho, representavam o fruto do trabalho do povo, e a providência divina para alimentá-lo (Dt. 6.6-18). Devemos aprender a ser gratos ao Senhor pelo pão nosso de cada dia, por sua graça maravilhosa, que tem nos suprido com o sustento necessário (I Co. 10.31).

3. O SACERDÓCIO DE CRISTO
Cristo é o nosso Sumo-sacerdote, que penetrou os céus, e que se identifica com nossas fraquezas (Hb. 4.14-16). A função do sacerdote era interceder e oferecer sacrifícios pelo povo. Ele poderia entrar no Santo dos santos, com o sangue do cordeiro, uma vez ao ano, para purificação do pecado povo (Hb. 9.22). Jesus, o Sumo Sacerdote, “penetrou os céus” e onde se encontra continuamente para interceder pelos pecadores arrependidos (I Jo. 2.10). Ele não era da tribo de Levi, por isso sua ordem é a de Melquisedque, “sem pai, sem mãe, sem genealogia”, portanto, superior, eterno e imutável (Gn. 14.18; Hb. 7.3). Por esse motivo “pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb. 7.25). Jesus entrou no lugar santo não com sangue de cordeiros e bodes, mas com Seu próprio sangue, “uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção” (Hb. 9.11-15). O sacerdócio de Cristo é perfeito, por isso os sacrifícios não precisam mais ser repetidos, foi único, perfeito e perpétuo (Hb. 7.25-28). Assim, se andarmos na luz, como Ele está na luz, “o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (I Jo. 1.7). Essa doutrina nos inspira, portanto, a um viver santo, em novidade de vida, a fim de agradar a Deus, não para sermos salvos, mas porque Ele nos salvou (Ef. 2.8-10). Essa é também uma mensagem de esperança, pois podemos guardar “firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel” (Hb. 10.23). É importante destacar que temos, em Cristo, um Sumo Sacerdote que se identifica conosco, que conhece nossas limitações (Hb. 4.15; 5.1,2). Por isso podemos nos achegar, confiadamente, junto ao trono da graça, não por méritos próprios, mas pela graça manifestada em Cristo, na cruz do calvário (Hb. 4.16), temos intrepidez para entrar nos Santos dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que Ele nos consagrou (Hb. 10.19,20).

CONCLUSÃO
Os sacerdotes da Antiga Aliança eram consagrados ao serviço do Senhor. Para isso, passavam por um ritual, por meio do qual eram reconhecidos, publicamente como ministros separados para o serviço. Como líderes no ministério, devemos consagrar nossas vidas diante de Deus, em sacrifício vivo, santo e agradável. Cristo é o nosso exemplo, pois carregou sobre Si o sofrimento pelos nossos pecados, sendo Ele também a propiciação pelas transgressões. Por causa da perfeição do Seu sacrifício, e Sacerdócio, podemos nos aproximar com confiança de Deus, chamando-O de Aba, Pai (Mt. 6.9,10; Gl. 4.4-6). 

BIBLIOGRAFIA
MOTYER, J. A. The message of Exodus. Leiscester/Downers Grove, IVP, 2005
WEIRSBE, W.W. Exodus: be delivered. Colorado Springs: David Cook, 2010.

quarta-feira, março 12

EBD 1º TRIMESTRE LIÇÃO 11: DEUS ESCOLHE ARÃO E SEUS FILHOS PARA O SACERDÓCIO

EBD –  LIÇÕES PARA VIDA

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD


Texto Áureo Ap. 5.10 – Leitura Bíblica Ex. 28.1-11


INTRODUÇÃO
A escolha dos sacerdotes, na família de Arão, tinha o propósito do serviço, eles também tinham a responsabilidade de representar a Deus diante do povo. Na aula de hoje atentaremos para a importância do serviço sacerdotal diante de Deus e do Seu povo. Ao final, mostraremos que esse ofício deveria ser exercitado com temor ao Senhor, e que, no Novo Pacto, formos escolhidos para sacerdotes, ministros na igreja de Cristo.

1. SACERDÓCIO: SERVIÇO PARA DEUS
A expressão “para que me ministre”, nesse texto, ocorre cinco vezes, ressaltando a relevância do ofício sacerdotal. Antes de ministrar ao povo, os sacerdotes deveriam ministrar, isto é, servir, diante de Deus. Essa é uma valiosa lição para aqueles que ministram na igreja de Cristo, não podem se esquecer de que estão diante de Deus. A burocratização na administração eclesiástica tem feito com que muitos obreiros deixem de levar o ministério cristão. Isso acontece principalmente no contexto de igrejas que são tratadas como empresas, e em alguns casos, como grandes negócios. A escolha de Arão, e da sua família, para ministrar como sacerdotes, foi um ato gracioso de Deus. Ele é soberano, e escolhe as pessoas para o Seu trabalho, conforme Lhe apraz (Jo. 15.16). Após a morte de Arão, Eleazar tornou-se seu sucessor (Nm. 20.22-29), o trabalho prossegue, as pessoas passam, mas a obra continua. Ninguém deve se achar insubstituível, mesmo depois do cativeiro babilônico, os descendentes de Itamar deram continuidade ao ministério sacerdotal (Ed. 8.1,2). Nós, obreiros e obreiras no trabalho do Senhor, devemos buscar, primordialmente, agradá-Lo. Como escreveu Paulo a Timóteo, não devemos ter do que nos envergonhar, manejando bem a palavra da verdade (II Tm. 2.15). O Amor ao Senhor deve ser o grande crivo na escolha de obreiros para a seara do Senhor, isso porque antes de partir, Jesus perguntou a Pedro se esse O amava, responsabilizando-o para o ministério (Jo. 21.17). Há obreiros que amam a obra, o dinheiro que obra dar, até as pessoas da obra, mas não amam a Deus, por isso fracassam. Quando amamos a Deus, tudo o mais flui naturalmente, não precisamos fazer esforço, acabamos parecendo artificial (Mt. 22.34-40) Em relação às vestes sacerdotais, essas tinham um papel importante na identificação do serviço. As vestimentas davam dignidade e glória (Ex. 28.1), distinguindo-os do restante do povo, o uso daquelas roupas os colocava em posição de risco, caso as instruções não fossem obedecidas (Ex. 28.35,43). Como cristãos, devemos estar revestidos da justiça de Deus em Cristo (Gl. 3.27,28), para nos apresentarmos diante de Deus de acordo com Sua vontade.

2. SACERDÓCIO: SERVIÇO PARA O POVO
As peças da vestimenta sacerdotal não eram meros adereços, elas tinham uma simbologia própria, representavam o ministério diante do povo. As peças de roupas eram sete: calções (Ex. 28.42,43), uma túnica branca (Ex. 28.39), e por cima desta uma sobrepeliz azul, com campainhas e romãs na orla (Ex. 28.3-35); a estola sacerdotal, que era composta por uma veste sem mangas, feita de ouro, estofo azul, púrpura e carmesim e presa por ombreiras incrustadas de joias, e um cinto; e um peitoral com joias, colocado por cima da sobrepeliz com correntes de ouro presas às ombreiras (Ex. 28.9-30), com uma lâmina de ouro em que estava escrito: “Santidade ao Senhor” (Ex. 28.36). A estola era uma veste simples de linho, sem mangas, que ia até os calcanhares. Juntamente com o cinto era feita de linho branco, bordado com estofo azul, púrpura e fios carmesins. Nas ombreiras da estola tinha os nomes de seis tribos de Israel, de acordo com sua ordem de nascimento, gravados em uma pedra ônix. Isso mostra que o sumo sacerdote entrava na presença do Senhor em nome do povo. As duas pedras de ônix revelam a importância do povo, uma lição primorosa para os líderes eclesiásticos. Parece redundante, mas o povo de Deus a Ele pertence, e a Ele prestaremos contas da forma como conduzimos o rebanho (At. 20.28-31). Não apenas os líderes, mas toda a igreja está no mundo para servir ao Senhor, e também às pessoas, Cristo é o maior exemplo de liderança servidora (Lc. 22.27; Jo. 13.12-17). O peitoral era um pedaço de tecido quadrado e duplo, com muitos bordados, que tinha um palmo de cumprimento, e um de largura, localizado no peito do sacerdote, pendurado por duas correntes de ouro. Nesse peitoral havia doze pedras, cada uma delas representando uma tribo de Israel. O sacerdote, por conseguinte, carregava o povo no peito, próximo ao coração. Os obreiros do Senhor devem ter o povo no coração, amá-lo como fez Cristo, e se necessário, entregar a vida por ele (I Jo. 3.16-18), como também fez Paulo (Fp. 1.7). Como as pedras eram diferentes, as pessoas da igreja também as são, e devem ser respeitadas na sua diversidade. Ainda dentro do peitoral ficavam o Urim e o Tumim, que quer dizer “luzes e perfeições”, eram usadas para determinar a vontade de Deus. Não existem informações detalhadas como elas eram utilizadas, mas era de responsabilidade do sacerdote identificar a revelação de Deus através delas (Ex. 28.30). O Urim e o Tumim da igreja do Senhor é a Sua palavra (Sl. 119.105), ela revela a vontade de Deus, a qual deve ser obedecida (J. 7.17; Sl. 25.8-11; Rm. 12.1,2).

3. SACERDÓCIO: NO TEMOR DO SENHOR
A sobrepeliz azul, usada por baixo da estola, não tinha costuras, representando a perfeição. O colarinho em torno da abertura para a cabeça era tecido de modo que não se rasgasse, isso diz respeito à reputação do sacerdote, ninguém poderia desabonar sua conduta. Na orla de suas vestes existiam romãs, feitas de estofo azul, púrpura e carmesim, que ficavam dependuradas. Essas romãs apontavam para a abundância de frutos, que deveriam ser produzidos pelos sacerdotes. Junto a essas romãs ficavam as campainhas, que indicavam a ministração do sacerdote no Lugar Santo. As campainhas indicam que devemos demonstrar ao mundo que estamos ministrando não para nós mesmos, antes para o Senhor, e para o povo. A mitra era usada pelo sumo sacerdote, os demais sacerdotes usavam apenas turbantes de linho, com a mensagem: “Santidade ao Senhor”. Essa é uma mensagem na qual devemos meditar, muitos cristãos atualmente pensam que foram chamados para serem felizes. Mas, na verdade, o chamado de Deus para nós é para a santificação (Lv. 11.44,45), esse ensinamento foi enfatizado por Pedro aos cristãos do Sec. I, e serve também para nós hoje (I Pe. 1.15,16). O sacerdote carregava a mitra para demonstrar seu temor diante da santidade de Deus, o sacrifício de Cristo nos torna aceitável diante do Senhor (I Pe. 2.5). Os sacerdotes morreriam se não observassem as orientações de Deus em relação as vestes, sobretudo a purificação (Ex. 28.35,43). Como cristãos devemos demonstrar reverência ao Senhor, e santo temor (Hb. 12.28). Isso não significa que devemos estar tristes, muito pelo contrário, o temor a Deus deve nos conduzir à alegria (Sl. 2.11). Temor nada tem a ver com medo, é bem verdade que estremecemos diante da grandeza de Deus, mas podemos nos aproximar dEle, pelo caminho que Cristo nos consagrou (Hb. 9.1-14).

CONCLUSÃO
A igreja do Senhor Jesus é, neste mundo, sacerdócio santo, e um sacerdócio real, adquirido pelo Seu sangue, derramado na cruz (I Pe. 2.5,9). Para tanto, deve ser fiel na proclamação das virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (I Pe. 2.9). Como cristãos no mundo, devemos ministrar às pessoas, debaixo da orientação da Palavra, e conduzidos pelo Espírito, com temor e tremor (Fp. 2.12). O mundo precisa do sacerdócio da igreja, ainda que não saiba, e a igreja, não pode se identificar com o mundo, sob pena de deixar de ser sal e luz (Mt. 5.13,14).

BIBLIOGRAFIA
COHEN, A. C. Êxodo: comentário bíblico. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.
WEIRSBE, W. W. Exodus: be delivered. Colorado Springs: David Cook, 2010. 
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